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domingo, 23 de janeiro de 2011

Monumento ao Toiro

Publicado a 23 de Janeiro de 2011

sábado, 22 de janeiro de 2011

Foto do Mês - Janeiro de 2011

Publicado a 22 de Janeiro de 2011
Monumento ao Toiro - obra de Renato Costa e Silva, Angra do Heroísmo, ilha Terceira, séc. XXI

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Inauguração do Monumento ao Toiro

Publicado a 21 de Janeiro de 2011
É já amanhã, dia 22 de Janeiro, que será inaugurado o Monumento ao Toiro da ilha Terceira. A obra da autoria do terceirense Renato Costa e Silva será descerrada pelas 15h00, junto à Praça de Toiros "Ilha Terceira". A cerimónia que marcará o inicio de mais um dos pontos de visita obrigatória da "Rota do Toiro", encontra-se inserida nas celebrações do 45º aniversário da Tertúlia Tauromáquica Terceirense (T.T.T.), instituição que ao longo dos anos se vem destacando na defesa e promoção da Festa Brava, não só a nível local e nacional, mas com projecção além fronteiras.
No mesmo dia decorrerá uma cerimónia de homenagem aos sócios fundadores da T.T.T., na sua sede social, seguindo-se no salão nobre dos paços do concelho de Angra do Heroísmo, pelas 19h00, a cerimónia simbólica de cedência do Monumento ao Toiro à cidade de Angra do Heroísmo.


Bruno Bettencourt

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Bom Natal

Publicado a 24 de Dezembro de 2010
Faço votos para que todos tenham um Bom Natal e um Feliz Ano de 2011.

Bruno Bettencourt

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Rabo Torto no acores.rtp.pt

Publicado a 14 de Dezembro de 2010

A edição do programa acores.rtp.pt do dia 13 de Dezembro de 2010 teve como tema "Blogs e Tauromaquia". Enquanto autor do Rabo Torto - blogue tauromáquico, fui convidado do mesmo. Aqui ficam as imagens.


segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Arte de Montes, porquê?

Publicado a 13 de Dezembro de 2010

Na história da tauromaquia e no que se refere ao toureio a pé dois toureiros tiveram enorme influência em meados do Séc. XVIII: Joaquin Rodriguez Costillares e Pedro Romero.

Pedro Romero, da "Escola de Ronda" tinha um toureio marcado pela sobriedade e seriedade, sem adornos, frio, pensado e medido, por outro lado, o toureio de "Costillares" da "escola de Sevilha" tinha improvisação e graça. Este último foi o inventor do lance à Verónica e da estocada a volapié.
Em 1830, por nomeação do rei Fernando VII, Romero tornou-se Director da Escola de Tauromaquia de Sevilha, tendo a seu lado como Mestre, o Matador de toiros Jerónimo José Cândido. Muitos foram os alunos que frequentaram a referida escola, entre 1830 e 1834. De todos eles destaca-se um nome: Francisco Montes Reina Paquiro.

Nascido na Rua de Santo Cristo em Chiclana de la Frontera, a 13 de Janeiro de 1805, foi um verdadeiro génio do Toureio a Pé. Foi um grande inovador da forma de lidar, especialmente no que diz respeito às Sortes de Capote. É histórica a sua rivalidade com Francisco Arjona Herrera Cúchares, com quem partilhou as principais atenções da época. Tomou a Alternativa de Matador de Toiros a 18 de Abril de 1831, em Madrid, das mãos de Juan Jiménez Morenillo.

Era considerado um excelente lidador por saber matar “recebendo” como seu Mestre, Pablo Romero, e executar o volapié como “Costillares”. No entanto não era um grande estoqueador, sendo até famosa a sua estocada atravessada. Dono de uma força e agilidade notáveis, lider indiscutivel na sua época, amado especialmente em Madrid, foi apelidado de “Napoleão dos toureiros”.
Francisco Montes Paquiro foi o iniciador da forma moderna do espectáculo taurino. Criou um conceito colectivo de lide, ao ser o primeiro a disciplinar e organizar a sua "quadrilha", onde os Picadores e Bandarilheiros passaram a ter uma missão específica debaixo da direcção suprema do Matador.

Em 1836 escreveu o livro: “Tauromaquia Completa”, um verdadeiro tratado onde expõe a sua concepção de toureio. Também com "Paquiro" o traje de tourear tomou a forma clássica actual, tomando a designação de Traje de luces. Por ter impulsionado o uso de cobertura na cabeça, em sua homenagem, esta tomou o nome de Montera.

Francisco Montes foi gravemente colhido em Madrid, pelo toiro "Rumbón", tendo falecido em virtude dessa colhida em 4 de Abril de 1851.
Sendo o seu nome indissociável da toureio apeado, é costume chamar-se a esta vertente tauromáquica “Arte de Montes”.

"Como Montes nacen pocos toreros. Los seres privilegiados vienen al mundo en muy escaso número y de tarde en tarde", escreveu Sánchez de Neira.

Fontes: Manuel Peralta Godinho e Cunha; Wikipédia

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