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quinta-feira, 23 de abril de 2015

Novilhos Falé Filipe para o Festival do GFATTT

Já chegaram à ilha terceira os 2 novilhos da ganadaria de Falé Filipe que serão lidados no Festival de Beneficência a favor do Fundo de Assistência do Grupo de Forcados Amadores da Tertúlia Tauromáquica Terceirense (GFATTT). Após o desembarque, os mesmos foram conduzidos para as pastagens da Casa Agrícola José Albino Fernandes, onde se encontram. Aqui ficam algumas fotos da chegada dos mesmos.

Relembre-se que o cartaz do referido espectáculo, que ocorrerá no dia 9 de Maio, é composto pelos Cavaleiros de Alternativa Tiago Pamplona, Rui Lopes e João Pamplona, os Matadores Gomez Escorial e Sérgio Aguilar e pelo Novilheiro Joaquin Galdos.
Serão lidados 6 novilhos das ganadarias de Rego Botelho, Casa Agrícola José Albino Fernandes e Falé Filipe. As pegas serão executadas pelo GFATTT.








Fonte e fotos: GFATTT

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Feira de S. João de 2015 - Cartaz


quinta-feira, 16 de abril de 2015

Apresentação da Feira de São João 2015


Já é oficial o cartaz da Feira de São João 2015, integrada nas Festas Sanjoaninas de Angra do Heroísmo. A apresentação do mesmo ocorreu na manhã de 16 de Abril na sede da Tertúlia Tauromáquica Terceirense (TTT), entidade que tem a seu cargo a organização da mesma, em parceria com a Câmara Municipal de Angra do Heroísmo.
Arlindo Teles, Presidente da TTT, usou da palavra para renovar a ambição de esta continuar a ser uma das melhores feiras de Portugal, consolidando assim o concelho como a Capital Taurina do Atlântico. A Feira, orçada em perto de 240.000 euros, conta com a realização de 3 espectáculos em praça, modelo que se mantém, mercê do contexto económico actual. Assim sendo, e em termos de corridas, será mantida a Corrida Concurso de Ganadarias (dia 21 de Junho), a segunda Corrida, também à Portuguesa (dia 24 de Junho) e a finalizar, um espectáculo apeado (dia 28 de Junho) que tem sido a “grande bandeira de promoção internacional desta Feira”. Este último espectáculo terá a designação de Novilhada, uma vez que serão lidados exemplares de 3 anos como em anos anteriores. O regulamento taurino que entrou em vigor obriga que, a partir deste ano, sejam lidados toiros de 4 anos, tanto a cavalo como a pé.
No cartaz destacam-se os nomes de António Ferrera, Diego Urdiales e Juan Leal (trinfador em 2014) no toureio a pé, Luís Rouxinol, Vitor Ribeiro (triunfador de 2014) e Gilberto Filipe, no que ao toureio equestre diz respeito. Serão lidados ao longo da Feira toiros das ganadarias de Miura, Vinhas, Jandilla, Assunção Vaz, Rego Botelho e João Gaspar. Além dos grupos de Forcados locais, estarão presentes os Amadores do Aposento da Moita.

Em relação à restante composição da Feira de São João, realizar-se-á o habitual “Espectáculo Juvenil” na Praça de Toiros “Ilha Terceira”, que contará com as presenças do Cavaleiro luso-americano Manuel Sousa e do Novilheiro “Juanito”. Serão lidados novilhos de Rego Botelho e actuará ainda o Grupo Juvenil do GFATTT. Haverão ainda actividades na arena para os mais novos.
Os espectáculos de tauromaquia popular contam com uma Tourada à Corda na Fonte da Ribeirinha (20 de Junho) com exemplares de Francisco Sousa, João Quinteiro, Manuel João Rocha e António Lúcio. A 22 de Junho realizar-se-á uma Tourada à Corda no Arco, em São Bento, com toiros de António José Fernandes. A manhã de 23 de Junho trará a realização da Espera de Gado para crianças com reses de Eliseu Gomes, enquanto que a tarde está reservada a uma Tourada à Corda no Terreiro em São Mateus com toiros da Casa Agrícola José Albino Fernandes. A tradicional Espera de Gado do dia 24 de Junho contará com toiros de Eliseu Gomes enquanto no dia 25, o Porto de São Mateus será palco de uma Tourada com toiros de Herdeiros de Ezequiel Rodrigues. No dia 26 de Junho será a vez da Fonte da Vila de São Sebastião receber exemplares de Rego Botelho e Humberto Filipe, ao passo que a Tourada no Porto das Pipas (28 de Junho) terá toiros de João Quinteiro e Gabriel Ourique. 

FEIRA DE SÃO JOÃO 2015 

CONCURSO DE GANADARIAS 
Dia 21 de Junho, 18h30
-TOIROS-
Miura
Vinhas
Jandilla
Rego Botelho
Assunção Coimbra
João Gaspar

-CAVALEIROS-
Luís Rouxinol
Vítor Ribeiro
Gilberto Filipe
Tiago Pamplona
Rui Lopes
João Pamplona

-FORCADOS-
Amadores da Tertúlia Tauromáquica Terceirense
Amadores do Ramo Grande

-BANDA-
Sociedade Filarmónica Recreio Serretense 


CORRIDA À PORTUGUESA 
Dia 24 de Junho, 18h30
-TOIROS-
Rego Botelho
Assunção Coimbra

-CAVALEIROS-
Luís Rouxinol
Vítor Ribeiro
Gilberto Filipe

-FORCADOS-
Amadores da Tertúlia Tauromáquica Terceirense
Amadores do Aposento da Moita

-BANDA-
San Jose Portuguese Band 


GRANDIOSO ESPECTÁCULO 
Dia 28 de Junho, 18h30
-TOIROS-
Jandilla
Rego Botelho

-MATADORES-
António Ferrera
Diego Urdiales
Juan Leal

-BANDA-
Sociedade Filarmónica Rainha Santa Isabel das Doze Ribeiras



Bruno Bettencourt

terça-feira, 14 de abril de 2015

Festival de Beneficência - GFATTT

Está oficialmente anunciado o cartaz do Festival de Beneficência a favor do Fundo de Assistência do Grupo de Forcados Amadores da Tertúlia Tauromáquica Terceirense (GFATTT) que se realiza no próximo dia 9 de Maio.
A cavalo estarão os Cavaleiros de Alternativa Tiago Pamplona, Rui Lopes e João Pamplona. As lides apeadas estarão a cargo dos Matadores Gomez Escorial e Sérgio Aguilar e do Novilheiro Joaquin Galdos.
Serão lidados 6 novilhos das ganadarias de Rego Botelho, Casa Agrícola José Albino Fernandes e Falé Filipe.
As pegas serão executadas pelo GFATTT.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Bravura. Ontem ou hoje?

Em tauromaquia, falar ou procurar definir “bravura” tende a ser um assunto fracturante. Quando se procura fazê-lo ao nível da Tourada à Corda, as diferenças de opinião alargam-se ainda mais. É comum ouvir-se que “antigamente é que existiam touros bons!” Será que sim!? Atrevo-me a dizer que sempre existiram toiros “bons” e toiros “maus”. A genética tem destas maravilhas: nem sempre é possível controlar um punhado de genes, principalmente quando se fala na selecção do Toiro Bravo (aqui o Bravo refere-se a raça, porque sim, Bravos são todos desde a nascença).

Apesar de muitas das actuais ganadarias existentes na ilha Terceira partilharem uma mesma proveniência (em maior ou menor grau), é um facto que o passar dos anos trouxe mais conhecimento, maiores cuidados com a selecção de gado bravo e algumas “experiências com castas exóticas”. Tudo isto resultou numa maior ou menor alteração do ponto de vista morfológico. Ao nível do comportamento poder-se-á dizer que alguma da “aspereza” que costuma ser atribuída ao chamado “gado da terra” foi sendo arredondada por influência de outras castas. Tudo isto é válido, mas é preciso não esquecer um aspecto fundamental que se torna ainda mais relevante na Tourada à Corda: a imprevisibilidade do ambiente em que o toiro estará inserido. Por melhor que seja feita a selecção, tudo o que se possa passar num arraial não é controlável, ao contrário do que acontece na arena de uma Praça de Toiros. Por melhor que seja a predisposição genética, a sua manifestação irá ser condicionada pelos factores ambientais. O Toiro Bravo não é excepção. Um parêntese para dizer que a palavra “ambiental” se refere a todas as influências externas a que o animal estará sujeito ao longo da vida.

Passemos então a considerar esses factores. Como já foi referido, o passar dos anos trouxe mais conhecimento e com ele o progresso. A Tourada à Corda é uma manifestação de rua que se passa precisamente: na Rua. Aqui chegamos a um dos principais factores: o asfalto! Há que ter em conta que a locomoção dos animais é condicionada pela melhoria das nossas redes viárias. Quando o piso das mesmas era mais solto e mais suave, os desempenhos eram outros e o dito “andamento dos toiros” era mais do agrado de quem assistia, não se defendiam tanto.

A Tourada à Corda é uma manifestação do povo, para o povo. Pois é (e ainda bem que o é)! E do povo surgem os Capinhas, elementos essenciais da festa! Felizmente nos últimos anos tem-se verificado que os mesmos estão mais conscientes do espaço do toiro e não o “afogam” tanto. Ainda assim, o crescente número de corajosos, ao contrário do que se passava “no antigamente” que tantos gostam de exaltar, faz com que a tarefa do toiro seja mais dificultada. A “fama” de um toiro ou de um arraial é directamente proporcional ao número de Capinhas que lá estão. Por mais bravura que o toiro possa ter, não a consegue mostrar em pleno, quando tem uma multidão “em cima da cabeça”. Estes dois aspectos, aliados a muitos outros, fazem com que o cenário onde os toiros evoluem se tenha alterado. Desta forma não é possível comparar o que existia com o que existe actualmente. Ainda assim, e sob o risco da contradição, arrisco a dizer que hoje sim existem toiros bravos. Se são capazes de enfrentar os factores ambientais e deixar transparecer a sua bravura, então sim, hoje é que temos toiros bravos.

Não quero com estas últimas afirmações subestimar ou diminuir toda a história que a Tourada à Corda transporta. Há também o outro lado da moeda. A quase banalização deste tipo de espectáculo tem prejudicado a qualidade daquilo a que se assiste nos arraiais. Como já afirmei noutras ocasiões, o amor pelos toiros, sentido pelos terceirenses, e a ligação ao meio agrícola, trouxe a desvantagem de fazer proliferar o número de criadores, em demasia. Muitos dos quais possuem toiros de menor qualidade rejeitados por outros criadores. Em alguns destes exemplos, os anos trouxeram regressão. Cria-se o toiro porque se gosta, mas esquece-se de aliar o conhecimento a esse gosto.

Tudo isto está associado à valorização da forma cultural mais participada na ilha Terceira: a Tourada à Corda. É a simbiose toiro-homem que está na sua essência, por isso mesmo, ao contrário do que algumas vozes pretendem afirmar, não podemos olhar só para o elemento homem. Não é possível querer que, enquanto o povo se divertir que se aumentem as Touradas à Corda. É uma simbiose. Se esquecermos o outro aspeto fundamental: o Toiro, essa mesma simbiose deixa de existir, perdendo assim o seu significado.

Bruno Bettencourt
Foto: Samuel Fagundes

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Visita Guiada à Praça de Toiros "Ilha Terceira"

Porque muitos são os que desconhecem o que está para além das bancadas da Monumental Praça de Toiros "Ilha Terceira", aqui fica uma reportagem da VITEC com uma visita guiada à Catedral do Toureio Açoriano.

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