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sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Bom Natal

Publicado a 24 de Dezembro de 2010
Faço votos para que todos tenham um Bom Natal e um Feliz Ano de 2011.

Bruno Bettencourt

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Rabo Torto no acores.rtp.pt

Publicado a 14 de Dezembro de 2010

A edição do programa acores.rtp.pt do dia 13 de Dezembro de 2010 teve como tema "Blogs e Tauromaquia". Enquanto autor do Rabo Torto - blogue tauromáquico, fui convidado do mesmo. Aqui ficam as imagens.


segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Arte de Montes, porquê?

Publicado a 13 de Dezembro de 2010

Na história da tauromaquia e no que se refere ao toureio a pé dois toureiros tiveram enorme influência em meados do Séc. XVIII: Joaquin Rodriguez Costillares e Pedro Romero.

Pedro Romero, da "Escola de Ronda" tinha um toureio marcado pela sobriedade e seriedade, sem adornos, frio, pensado e medido, por outro lado, o toureio de "Costillares" da "escola de Sevilha" tinha improvisação e graça. Este último foi o inventor do lance à Verónica e da estocada a volapié.
Em 1830, por nomeação do rei Fernando VII, Romero tornou-se Director da Escola de Tauromaquia de Sevilha, tendo a seu lado como Mestre, o Matador de toiros Jerónimo José Cândido. Muitos foram os alunos que frequentaram a referida escola, entre 1830 e 1834. De todos eles destaca-se um nome: Francisco Montes Reina Paquiro.

Nascido na Rua de Santo Cristo em Chiclana de la Frontera, a 13 de Janeiro de 1805, foi um verdadeiro génio do Toureio a Pé. Foi um grande inovador da forma de lidar, especialmente no que diz respeito às Sortes de Capote. É histórica a sua rivalidade com Francisco Arjona Herrera Cúchares, com quem partilhou as principais atenções da época. Tomou a Alternativa de Matador de Toiros a 18 de Abril de 1831, em Madrid, das mãos de Juan Jiménez Morenillo.

Era considerado um excelente lidador por saber matar “recebendo” como seu Mestre, Pablo Romero, e executar o volapié como “Costillares”. No entanto não era um grande estoqueador, sendo até famosa a sua estocada atravessada. Dono de uma força e agilidade notáveis, lider indiscutivel na sua época, amado especialmente em Madrid, foi apelidado de “Napoleão dos toureiros”.
Francisco Montes Paquiro foi o iniciador da forma moderna do espectáculo taurino. Criou um conceito colectivo de lide, ao ser o primeiro a disciplinar e organizar a sua "quadrilha", onde os Picadores e Bandarilheiros passaram a ter uma missão específica debaixo da direcção suprema do Matador.

Em 1836 escreveu o livro: “Tauromaquia Completa”, um verdadeiro tratado onde expõe a sua concepção de toureio. Também com "Paquiro" o traje de tourear tomou a forma clássica actual, tomando a designação de Traje de luces. Por ter impulsionado o uso de cobertura na cabeça, em sua homenagem, esta tomou o nome de Montera.

Francisco Montes foi gravemente colhido em Madrid, pelo toiro "Rumbón", tendo falecido em virtude dessa colhida em 4 de Abril de 1851.
Sendo o seu nome indissociável da toureio apeado, é costume chamar-se a esta vertente tauromáquica “Arte de Montes”.

"Como Montes nacen pocos toreros. Los seres privilegiados vienen al mundo en muy escaso número y de tarde en tarde", escreveu Sánchez de Neira.

Fontes: Manuel Peralta Godinho e Cunha; Wikipédia

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Foto do Mês - Dezembro de 2010

Publicado a 09 de Dezembro de 2010

... a cilhas passadas - Praça de Toiros de S. João, Angra do Heroísmo, início do séc. XX

Resumo da temporada 2010

Publicado a 09 de Dezembro de 2010

Bloco de imagens do magazine Arte & Emoção da RTP2

domingo, 5 de dezembro de 2010

Pónei da Terceira

Publicado a 05 de Dezembro de 2010

O Pónei da Terceira "carece de ser registado como raça autóctone". A ideia é defendida por José Veiga Maltês, presidente da Câmara Municipal da Golegã, Capital do Cavalo, que esteve recentemente em Angra do Heroísmo, aquando da criação da Associação de Criadores e Amigos do Pónei da Terceira.
O autarca, que também é criador de cavalos, é ainda Presidente da Associação Feira Nacional do Cavalo.
José Veiga Maltês considera que os Açores e em particular a Terceira "têm um diamante por burilar".
Para o autarca, o interesse está sobretudo na utilidade do animal para o ensino na equitação, por parecer um Puro Sangue Lusitano em ponto pequeno, ao contrário dos póneis comuns.
Por isso, José Veiga Maltês não tem dúvidas das potencialidades da raça na exportação para outras zonas do país. "Tem características únicas", salienta.
De passagem pela ilha, o criador de cavalos diz ter chamado à atenção da autarca de Angra do Heroísmo para a importância do Pónei da Terceira.
José Veiga Maltês defende que a nova raça tem de ter "apoio e gestão muito rigorosa". "Tem de haver reconhecimento técnico", sublinha.
O Pónei da Terceira esteve o ano passado representado na Feira Nacional do Cavalo, na Golegã e segundo o autarca da cidade quem lá esteve ficou "encantado" com o animal. O criador de cavalos notou, no entanto, que poucas pessoas conheciam a raça.
José Veiga Maltês sublinha, por isso, a necessidade de promover o Pónei da Terceira. "Eu vou fazer todos os possíveis para sensibilizar as autoridades", frisa.
O próprio autarca diz-se "encantado" com este novo pónei. "Eu acho extraordinário como se conseguiu preservar a raça", aponta.

Reconhecer a raça
A Associação de Criadores e Amigos do Pónei da Terceira (ACAPT) foi apresentada na passada sexta-feira.
Tem como objetivo tornar o pónei da Terceira num elemento ativo e participante de atividades lúdicas, desportivas e turísticas.
Artur Machado é um dos mais de 30 sócios que compõem a associação.
A primeira ação do grupo será, de acordo com o professor da Universidade dos Açores (UAç), o envio dos estudos biométricos e genéticos já realizados para o Ministério da Agricultura, para que sejam depois re-encaminhados para a fundação com poder para reconhecer a raça.
Segundo Artur Machado, para além de sensibilizar as instituições para o reconhecimento do Ponéi da Terceira como raça, a associação terá como funções também o registo dos animais.
Neste momento, só a Universidade dos Açores já tem 40 póneis, um número que permite já garantir a sua sobrevivência. Estão criadas, portanto, as condições para que a raça seja reconhecida, segundo o investigador da UAç.

Falta de apoios
A manutenção dos animais revela-se, contudo, uma ação difícil para os investigadores da academia açoriana.
O efetivo tem vindo a aumentar todos os anos e faltam os meios para os alimentar.
Artur Machado sente que não há interesse pela raça. O Governo Regional cede apenas um terreno dos Serviços Florestais, que já se torna insuficiente.
Os investigadores já receberam propostas de fora da ilha para aquisição de animais, mas neste momento, salienta Artur Machado, "ainda não é conveniente" exportá-los.
Para o professor da Universidade dos Açores, para além da conservação da espécie, o reconhecimento da raça pode também ser um contributo importante para o desenvolvimento económico da ilha.
"Um pónei, hoje em dia, na Europa, vale tanto como um bom cavalo", salienta.

João Nogueira - Montar o futuro

Publicado a 05 de Dezembro de 2010

Aos 11 anos todos os sonhos são legítimos, mas o sonho de João Nogueira já começa a ganhar forma. E conquistar um título nacional é um excelente primeiro passo. Como dizia alguém há algumas semanas atrás, é preciso querer e crer. E trabalhar, claro, tal como tem trabalhado - e bem - a equitação terceirense ao longo dos últimos anos. Aliás, bem se pode considerar que a modalidade também está a dar os primeiros passos e de forma equilibrada, crescendo em praticantes, entusiasmo, visibilidade e, fruto do trabalho desenvolvido, em campeões.
O jovem cavaleiro terceirense João Nogueira, competindo em representação da Associação Regional de Desporto Equestre dos Açores, sagrou-se recentemente campeão nacional de Dressage (ensino), no escalão de iniciados. Natural de Angra do Heroísmo, o atleta dos quadros do Centro Equestre "O Ilhéu", montando Caramelo, obteve a média final de 61,68 pontos, somando nos três dias de prova dois primeiros lugares (primeiro dia com 63,375 pontos e terceiro dia com 62,600 pontos) e um segundo (segundo dia com 59,067 pontos). O Campeonato de Portugal teve lugar na Academia de Dressage de Arruda dos Vinhos.
João Nogueira, de apenas 11 anos de idade, é apontado por muitos como um dos grandes talentos da equitação açoriana e nacional, sendo este êxito, para além da confirmação das suas inegáveis qualidades, reflexo do trabalho altamente meritório que tem sido desenvolvido no arquipélago em prol da modalidade.
Aluno do 7.º ano de escolaridade na Escola Tomás de Borba, em S. Carlos, João Nogueira conta-nos que foi a mãe quem lhe deu o primeiro empurrãozinho, incentivando-o a aprender a montar. E tem sido feito de aprendizagem o percurso do jovem cavaleiro na equitação, descrevendo-o com orgulho, mas também com convicção. "Primeiro do que tudo é preciso gostar, trabalhar forte e dedicar-se à modalidade. Tenho muita confiança e orgulho no meu cavalo, porque ele, tal como eu, partiu do zero. Foi no Centro Equestre "O Ilhéu", com a ajuda do Luís Filipe Machado, o meu treinador, que ele se fez um cavalo de ensino e eu um cavaleiro", explica-nos quando lhe perguntamos quais os segredos para se singrar neste desporto.
É igualmente com satisfação que nos fala da sua prestação na prova de Arruda dos Vinhos, onde alcançou o título nacional de Dressage no seu escalão etário, mas também com os pés bem assentes no chão, sabendo que há ainda um caminho a percorrer para superar algumas lacunas. "Penso que obtive uma boa prestação, embora tenha consciência que tenho algumas falhas que espero vir a melhorar com a prática. No primeiro dia de provas não conhecia o nível dos meus adversários, mas, depois de obter a pontuação mais alta nesse dia, percebi que tinha hipóteses de ganhar o título", recorda.
João Nogueira entende que o nível de equitação que encontrou no continente é bastante diferente daquele que se pratica nas ilhas, sobretudo, descreve, "no que toca aos animais em competição". Por outro lado, o atleta do Centro Equestre "O Ilhéu" elogia a capacidade e as qualidades dos cavaleiros terceirenses e açorianos, mesmo que, por cá, as condições de trabalho não sejam as mesmas que estão à disposição dos cavaleiros continentais. Veterinário e cavaleiro de alternativa são os projetos em termos profissionais, mas também há sonhos para a equitação: "espero conseguir evoluir para o próximo nível de competição e alcançar mais êxitos. E sonho concorrer a nível internacional". Quem sabe um dia, João. Quem sabe...

Fonte: Diário Insular

domingo, 21 de novembro de 2010

Terceirenses medalhados na Feira da Golegã 2010

Publicado a 21 de Novembro de 2010

Os cavaleiros Ana Teresa Pires, montando Bandarilha, e Roberto Brasil, montando Aquiles do Ilhéu, competiram no Concurso de Dressage (Ensino) Especial, que se realizou, nos dias 10 e 11 do corrente mês de novembro, na prestigiada Feira Internacional do Cavalo Lusitano, na Golegã.
Monitor e aluna do Centro Equestre "O Ilhéu", montando cavalos lusitanos nados, criados e ensinados na ilha Terceira, fizeram excelentes prestações, obtendo ambos um lugar no pódio, o que não deixa de constituir um feito de enorme dimensão.
Roberto Brasil ficou em segundo lugar em ambos os dias, com a média final de 62.08% nos cavalos de cinco anos, enquanto que Ana Teresa Pires, competindo nos cavalos de quatro anos, conquistou o terceiro lugar nos dois dias de competição com a média final de 68.01%, isto no meio de forte concorrência e vários profissionais, o que eleva ainda mais a performance da dupla açoriana.
Estes dois conjuntos estão desde já apurados para a fase final da Taça de Portugal, que se concretiza na Sociedade Hípica Portuguesa, em Lisboa, nos dias quatro e cinco do próximo mês de dezembro.
Para além destas (duras) provas de preparação, estes campeões regionais em título, para chegar à Taça de Portugal, tiveram que efetuar oito provas locais e seis regionais. Pelas pontuações obtidas nos regionais, estão ambos em segundo lugar na tabela geral da classificação nacional, o que demonstra a sua qualidade tanto no plano regional como nacional.
Aliás, segundo fonte próxima dos mesmos, "pelo esforço diário e pela qualidade do seu trabalho estão a divulgar e a dignificar a equitação não só da ilha Terceira como dos Açores".
Sublinhe-se, a propósito, que os jovens cavaleiros Ana Teresa Pires e Roberto Brasil são vistos como dois verdadeiros exemplos, não só pelos resultados alcançados como também pela dedicação com que encaram a prática da modalidade, contribuindo largamente para a expansão que a mesma tem conhecido.

Fonte: Diário Insular

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

João Nogueira campeão nacional

Publicado a 12 de Novembro de 2010

O jovem cavaleiro terceirense João Nogueira, competindo em representação da Associação Regional de Desporto Equestre nos Açores, sagrou-se no passado fim de semana campeão nacional de Dressage (ensino), escalão de iniciados. Atleta dos quadros do Centro Equestre "O Ilhéu", João Nogueira, montando Caramelo, obteve a média final de 61,68 pontos, somando nos três dias de prova dois primeiros lugares (primeiro dia com 63,375 pontos e terceiro dia com 62,600 pontos e um segundo (segundo dia com 59,067 pontos). O Campeonato de Portugal teve lugar na Academia de Dressage de Arruda dos Vinhos. João Nogueira é apontado como um dos grandes talentos da equitação regional e nacional, sendo este êxito, para além das suas inegáveis qualidades, fruto do trabalho que tem sido desenvolvido no arquipélago ao longo dos últimos anos em prol da modalidade.

Quando o exemplo vem do alto...

Publicado a 12 de Novembro de 2010

Muita coisa (boa) devia ser dita sobre a (feliz) ideia da nossa Câmara de Angra ter levado a efeito uma tourada à corda (o tal espectáculo único no mundo e o único que "mexe" com a Ilha inteira) no passado dia 23 de Outubro, na Fonte de S. Sebastião (cheia como um ovo), de homenagem aos cerca de 300 cidadãos nacionais e estrangeiros, do mundo taurino, que nos visitaram integrados no IX Congresso Mundial dos Ganaderos.
Mas o fim que nos levou a estas linhas deve-se ao facto da organização deste espectáculo (a tourada à corda) ser precisamente a Câmara de Angra, ou seja uma das duas entidades oficiais que ao longo dos anos autorizam a realização de todas as touradas nesta ilha.
Contudo, a principal ocorrência, feliz e do agrado geral, foi o facto da Câmara ter mandado fechar totalmente o arraial ao trânsito, conforme anúncio detalhado na imprensa local, durante as duas horas e meia do espectáculo e mais meia hora antes e depois do mesmo. Verificou-se, assim, uma muito maior fluidez, sem perigo, na chegada e saída do público (chegámos a assistir a escaramuças, condutor/peão, ao longo dos anos).
Tão fácil como isto: Antecipadamente anunciado na imprensa local, foram colocados os habituais 2 riscos em cada rua ou travessa e a cerca de 10 metros destes (e aqui é que está a grande melhoria), a conhecida grade de ferro, com o sinal do Código de Estrada: "TRÂNSITO PROIBIDO".
Foi um êxito ver milhares de pessoas à-vontade a circular e a abandonar o recinto em poucos minutos e sem atropelos.
Cá fora, uns metros à volta do recinto do arraial, o trânsito circulando também bem mais à-vontade, saiu rapidamente e com boa fluidez, graças ao excelente controlo dos (poucos) polícias em serviço.
Ficou assim provado que, poupando gastos desnecessários, se obteve excelentes resultados para todos e uma boa maneira de serem dispensados alguns agentes da autoridade para outros fins indispensáveis, já que o Governo teima em não aumentar os quadros policiais, tão necessários aqui como em todo o Portugal.
Por tudo e por nada (com um simples anúncio nos jornais) são concedidas licenças para se fechar ruas ou caminhos, durante várias horas de dias de festas, festinhas ou outra banalidade qualquer, vendo-se arraiais na generalidade às moscas (apenas só se vê o dançar das borboletas à volta das lâmpadas que mal iluminam esses recintos), completamente vazios do calor humano. Mas fecha-se e ai do automobilista que se atreva a passar!
E por que razão não são incluídas nessas licenças as touradas à corda???
Aí sim, nestes arraiais taurinos, onde se movimentam milhares de pessoas e carros, é que se justifica plenamente proibir totalmente o trânsito, com os habituais riscos na estrada e a uns 10 metros destes as tais grades de ferro e o sinal de proibição, em especial nos 2 extremos principais de entrada e saída do arraial, só para casos de urgência. Nas transversais ruas ou ruelas, canadas ou canadinhas (excepto as de sentido proibido!!!...) seriam colocadas as grades ou, na falta destas, as carrinhas das tascas ocupando o centro da via em vez de nas bermas e assim teriam dupla missão; ou ainda numa 3ª hipótese essa vedação poderia ser feita com tractores ou atrelados (não há lavrador que não os tenha) e em dupla missão serviam até de bancada para senhoras e crianças, como se vê, com agrado e utilidade, nas movimentadas esperas ou largadas de gado bravo.


Texto: José Henrique Pimpão
Foto: Samuel Fagundes

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

T.T.Terceirense premiada pelo Sector 1

Publicado a 11 de Novembro de 2010

O Grupo Tauromáquico Sector 1, em fase de profunda reestruturação decidiu criar os “Troféus Sector-1 Prestigio”, premiando pessoas e instituições que se tenham distinguido nas suas actividades prestigiando a tauromaquia nacional.
Eis os galardoados 2010:

- Sra. Ministra da Cultura, Dra. Gabriela Canavilhas,

- Sociedade Renovação Urbana Campo Pequeno,

- Tertúlia Tauromáquica Terceirense,

- Autarca Dr. Moita Flores,

- compositor e cantor Carlos Alberto Moniz.

- a titulo póstumo o jornalista e critico tauromáquico Saraiva Mendes, um dos fundadores do “Correio da Manhã”.


A entrega destes troféus terá lugar no próximo dia 2 de Dezembro num jantar que se realizará no restaurante Tivoli-Café, (Av. Da liberdade nº 186 - teatro Tivoli), ás 20.30 hrs, cujo programa inclui momentos de fado com Joana Amendoeira.
As inscrições devem ser feitas através do telefone 213462887 (sede do Sector 1) até ao dia 29 de Novembro.
Esta iniciativa inclui-se na reestruturação do histórico Sector 1, recuperando prestígio e actividade na promoção e apoio á pureza da Tauromaquia.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

IX Congresso Mundial de Ganaderos de Toiros de Lide - conclusões

Publicado a 27 de Outubro de 2010

Há precisamente uma semana atrás, teve início na ilha Terceira a 19ª edição Congresso Mundial de Ganaderos de Toiros de Lide. O certame que centra as atenções em redor dos aspectos relevantes da criação do toiro bravo, contou com diversas mesas de debate e com a participação dos muitos nomes ligados ao mundo ganadero.

Das exposições e confrontos de ideias que ocorreram entre aqueles dias 21 e 23 de Outubro, resultaram as seguintes conclusões:

Situação económica da ganadaria de lide

- A qualidade na Festa requer um maior envolvimento do sector ganadero na economia do toiro.

- Os elevados custos de produção do toiro tornam insustentável a viabilidade da Tauromaquia tal e como a conhecemos, impedindo-a de ser um espectáculo que consiga competir com as ofertas de lazer existentes no mercado.

- Actualmente, a participação do sector ganadero no total da Festa representa 6%. É necessário atingir 11% para se conseguir cobrir os custos de produção.

- Existe uma necessidade premente de ajustar a oferta e a procura.

- A criação do toiro dever estar orientada para a obtenção de um toiro com emoção e bravura, um aspecto directamente relacionado com a melhoria do espectáculo.

- A falta de patrocínio, de investimento e de massa critica condicionam a modernidade da Tauromaquia.

- A transmissão de um compromisso responsável e coerente ajudará a Tauromaquia.

Segurança profissional dos ganaderos

- O nível de exigência relativamente ao toiro alcançou uns parâmetros que não são naturais.

- A falta de formação das autoridades, e a disparidade de bitolas usadas pelos veterinários, têm repercussões negativas.

- A atomização de regulamentos taurinos impede a coerência e uniformidade requeridas para o cumprimento dos requisitos exigidos.

- O melhoramento da capacidade económica da Festa assenta na procura de um espectáculo com maior qualidade, do qual o toiro é o pilar principal.

- O exponencial crescimento do número de festejos dos últimos anos não reverteu em beneficio dos ganaderos. É necessário ajustar a oferta e a procura.

- É necessário oferecer um espectáculo que tenha capacidade para surpreender. O excesso de conhecimento técnico dos toureiros, juntamente com a depurada selecção dos toiros, levou a que o espectáculo dos dias de hoje seja previsível.

Sanidade - Chegar ao toiro são e competitivo

- A solução para o controlo das doenças da manada, como unidade sanitária, deve ser combatida por todos os sectores envolvidos.

- Os métodos actuais de diagnóstico da tuberculose (IDtb simples e comparada) são os sistemas idóneos de luta contra a doença. O uso de gama-interferon deveria ser utilizado nos estados finais, quando a incidência desce até níveis muito baixos.

- O controlo da fauna selvagem tem cada vez maior importância na luta contra a tuberculose, sendo necessário exigir às administrações uma actuação eficaz para este controlo.

- O sector ganadero deve orientar os seus esforços e recursos para a investigação de sistemas de diagnóstico mais selectivos, além de aplicar tratamentos preventivos como, por exemplo, a vacinação.

- É necessário exigir às Administrações um protocolo sanitário específico para o touro de lide, que reconheça a sua especificidade.

- Há que solicitar às Administrações portuguesa, espanhola e francesa a elaboração de um acordo entre estes países que estabeleça os requisitos comuns para o movimento dos touros de lide.

Maneio

- As fundas surgiram como uma necessidade de defesa contra a “presunção de culpabilidade”, constituindo actualmente uma ajuda para a rentabilidade da ganadaria.

- Quando o maneio do toiro de lide é bem executado, com boas instalações e realizado por bons profissionais, tem repercussões favoráveis na preparação do toiro de lide.

- É necessário ajustar o peso do toiro à sua estrutura óssea.

- É necessário dar a conhecer aos políticos europeus as necessidades do toiro de lide de modo a ser elaborada uma normativa coerente sobre o bem-estar animal do toiro de lide.

Valores complementares da ganadaria

- É necessária uma correcta exposição dos valores ambientais da ganadaria de lide como forma de potenciar o turismo rural e ecológico.

- O Projecto Taurismo (desenvolvido pela Mesa do Toiro) poderá tornar mais coesa a oferta, além de amplificá-la, levada a cabo por várias ganadarias e administrações.

- É preciso desfraldar a bandeira da manutenção do ecossistema montado na sociedade, devido aos seus valores económicos e de conservação.

- O toiro de lide é o animal que melhor se adequada às condições do ecossistema montado.

- A criação da marca de qualidade na carne de toiro de lide pressupõe o aproveitamento das bondades/virtudes da raça de lide, repercutindo positivamente na rentabilidade da economia das ganadarias.

4º Aniversário

Publicado a 27 de Outubro de 2010

...quatro anos a procurar divulgar, de forma descomprometida, todos aqueles aspectos que fazem com que a Festa dos Toiros seja uma das principais vertentes culturais da ilha Terceira, a terra onde os "rabos tortos" ajudaram no maneio do Gado Bravo.

Bruno Bettencourt

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

GFA Ramo Grande na televisão brasileira

Publicado a 20 de Outubro de 2010

O Grupo de Forcados Amadores do Ramo Grande foram centro de uma reportagem sobre os Forcados Portugueses, incluída no programa "Chão Farrapo" do canal Record da televisão brasileira. O bloco está inserido num trabalho que foi gravado na corrida da Feira de S. João de 2010, do dia 24 de Junho.



Foto do mês - Outubro de 2010

Publicado a 20 de Outubro de 2010

Praça de Toiros de Santo Espírito. Angra do Heroísmo, séc. XIX

IX Congresso de Ganaderos

Publicado a 20 de Outubro de 2010

Uma vez mais a ilha Terceira estará no centro do panorama da cultura taurina mundial. O IX Congresso Mundial de Ganaderos terá início oficial amanhã, dia 21 de Outubro.

O evento que ocorrerá tanto em Angra do Heroísmo como na Praia da Vitória, terá honras de transmissão directa pela internet através da AzoresGlobal TV.

Quarta-feira, 20 de Outubro
Chegada e recepção de participantes

14:00 - Visita turística ao oeste da ilha até à Mata da Serreta

21:00 - Cocktail de recepção – Prova de produtos açorianos (Hotel do Caracol)

Quinta-feira, 21 de Outubro
09:30 - Sessão de Abertura (Teatro Angrense)

10:00 - Conferências – Maduro-Dias e Mariana Baldaya: “Os Açores entre dois continentes taurinos” (Teatro Angrense)

10:30 - Mesa Redonda: “Análise da situação económica das ganaderias” - A rentabilidade da ganaderia de lide. A ganaderia no contexto económico da Festa Brava. Incidência dos factores políticos, administrativos e reguladores (Teatro Angrense)

11:00 - Programa para Acompanhantes: Visita etnográfica à Quinta do Martelo

11:45 - Coffee break

12:00 - Mesa Redonda: “Exposições sobre a segurança profissional do ganadero” - a importância dos reconhecimentos no campo e na praça e as suas consequências. O trapio e a sua valorização (Teatro Angrense)

13:30 - Almoço – Solar da Madre de Deus (Angra do Heroísmo)

15:00 - Rota do Toiro.

20:30 - Jantar oferecido pela Câmara Municipal de Angra do Heroísmo (Jardim Duque da Terceira – Angra Garden Hotel)

Sexta-feira, 22 de Outubro
09:30 - Mesa Redonda: “Sanidade – Chegar ao toiro são e competitivo” (Auditório do Ramo Grande)

10:00 - Programa para Acompanhantes: City Tour por Angra do Heroísmo - Cidade Património Mundial

11:30 - Coffee break

11:45 - Mesa Redonda: “Maneio” - Preparação Física: efeito no comportamento do toiro na Praça; Apresentação: utilização de fundas, colocação e consequências no reconhecimento e no comportamento; Transporte: normativa de bem-estar animal (Auditório do Ramo Grande)

13:00 - Almoço oferecido pela Câmara Municipal da Praia da Vitória (Academia da Juventude da Ilha Terceira)

14:30 - Apresentação do livro: “Fátima Albino – Uma ganadera da Ilha Terceira” (Auditório do Ramo Grande)

15:00 - Apresentações / Debate: “Promoção e divulgação de valores complementares na ganaderia: turismo taurino, valor ambiental e a carne do Toiro de lide” (Auditório do Ramo Grande)

15:00 - Programa para Acompanhantes: Visita turística à Serra do Cume, ao norte da ilha, incluindo o Museu do Vinho

17:30 - “Demonstração de toureio a cavalo e forcados” (Praça de Toiros Ilha Terceira)

20:30 - Jantar - Quinta da Nasce Água (Angra do Heroísmo)

Sábado, 23 de Outubro
09:30
- Apresentações / Debate: “Selecção”: Livros Genealógicos: parametrização do processo de selecção como garantia de qualidade; Procura: evolução dos critérios e a sua importância, criação de uma marca; A bravura do ponto de vista do toureiro (Teatro Angrense)

10:00 - Programa para Acompanhantes: Compras no comércio tradicional

11:00 - Apresentações / Debate: “Usos e aplicações das novas tecnologias aplicadas à genética e à reprodução” (Teatro Angrense)

12:00 - Coffee break

12:15 - Mesa Redonda: “Análise da ganaderia desde a perspectiva dos meios de comunicação social” (Teatro Angrense)

13:15 - Apresentações / Debate: “A ganaderia como sector líder no fomento da união dos sectores taurinos. Constituição de um organismo internacional do ganadero.” (Teatro Angrense)

14:00 - Conclusões

15:00 - Almoço Regional na Vila de São Sebastião com Tradicional Tourada à Corda

Noite livre

Domingo, 24 de Outubro
Partida dos participantes

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Monumento ao touro revestido em bronze

Publicado a 12 de Outubro de 2010

O Monumento ao Touro da rotunda da Carreirinha, em Angra do Heroísmo, poderá ser revestido em bronze para que possa resistir melhor às condições climatéricas.
O presidente da Comissão do Monumento ao Touro de Angra do Heroísmo, João Paes, disse ontem ao DI que essa possibilidade não foi contemplada no orçamento inicial da obra, por isso a sua concretização vai depender dos apoios que forem conseguidos para esse efeito.
"Vamos ver se é possível colocar em cima do revestimento inicialmente que está previsto uma camada de bronze para que o monumento fique ainda mais bonito, mas isso vai depender dos apoios que possam surgir para esse efeito", afirmou.
Por outro lado, João Paes referiu que o mau tempo verificado nos últimos dias tem atrasado os trabalhos de instalação da escultura da autoria do artista plástico terceirense Renato Costa e Silva.
Devido a esse contratempo a inauguração do monumento, que estava prevista para a altura do nono Congresso Mundial de Criadores de Toiros de Lide, que vai decorrer na Terceira de 20 a 24 de Outubro, foi adiada.
João Paes adiantou que, "se não houver mais nenhum imprevisto, a inauguração do monumento deverá realizar-se no próximo mês de novembro".
Orçada em 150 mil euros, a construção do monumento ao touro foi financiada pelo Governo Regional, ficando a Câmara Municipal de Angra do Heroísmo responsável pela sua manutenção.

Fonte e foto: Diário Insular

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Monumento ao Toiro - fase de montagem iniciada

Publicado a 17 de Setembro de 2010
Esta quinta-feira, dia 16 de Setembro, teve inicio a obra que visa a colocação do Monumento ao Toiro na rotunda junto da Praça de Toiros "Ilha Terceira". Neste momento está a decorrer a escavação do local para posterior colocação da estrutura em ferro que servirá de tripé de sustentação às três estátuas que compõe o monumento.
A obra é da autoria do artista terceirense Renato Costa e Silva. Segundo o autor, trata-se de "Um conjunto de três toiros sai do vértice de um cone de erva e projecta-se no ar - uma largada de toiros vindo do mato às correrias, saltos e investidas. Uma escultura para todos os Terceirenses, e visitantes, neste lugar amplo, na porta nascente da cidade."

domingo, 12 de setembro de 2010

Foto do Mês - Setembro de 2010

Publicado a 12 de Setembro de 2010
Prosa em passe de guarda-sol, Sta. Bárbara, Angra do Heroísmo, séc. XX (foto gentilmente cedida pelo sr. Luis Mendes Brum)

De volta à publicação...

Publicado a 12 de Setembro de 2010
O "Rabo Torto - blogue tauromáquico" voltou a publicar após algumas semanas de ausência. Este interregno esteve relacionado com problemas de ordem informática que não possibilitavam que os novos artigos ficassem disponiveis no blog.

Acredito que tenha sido um problema originado pelo servidor interno do blogger.com e não um problema de outra origem menos agradável.
O que importa é que tudo volta a estar in su sitio...

Bruno Bettencourt

domingo, 5 de setembro de 2010

Fátima Albino em livro

Publicado a 05 de Setembro de 2010
“Depois da família, a minha grande paixão é a tauromaquia” – retemos, desde logo, a expressão que melhor caracteriza o modo de ser e estar de Fátima Albino, actual proprietária da Casa Agrícola José Albino Fernandes, que, no próximo dia 21 de Setembro, vê-se retratada na publicação “Fátima Albino: Uma Ganadeira da Ilha Terceira” da autoria de Isabel Maria Coelho da Silva.
A obra, que será dada a conhecer em plenas festas de São Carlos, lugar de residência da família, na Quinta do Leão, dá conta não só o percurso de vida da ganadeira, intrinsecamente associado à sua família, como da festa brava terceirense.
A obra resulta de um trabalho de conclusão da licenciatura do curso de Guias da Natureza que a autora decide efectuar sobre Fátima Albino e cuja recolha de dados e dedicação à obra acabou por resultar numa obra editada pela Blu-Edições.

“Realmente, existem poucas mulheres dedicadas à tauromaquia”, reconhece a própria Fátima Albino.

“Como era filha única, tive, primeiro por necessidade, depois por paixão, de assumir a Casa Agrícola com o auxílio do meu primo José Eduardo”.

Dividiu, de forma intercalada por vezes, noutras coincidente, a sua actividade profissional entre o ensino – sendo actualmente professora do ensino básico – a actividade de bancária e a ganadaria.
Este livro, contou à “a União” Fátima Albino, resultou do surgimento “uma afinidade muito grande” com a autora.

“Lá vai a Senhora Fátima Albino!”

A autora Isabel Silva refere-nos, logo à partida que, “não tinha propriamente uma grande afinidade” pela vida tauromáquica, apesar da festa brava não lhe ser desconhecida, uma vez ser irmã do bandarilheiro terceirense Rui Silva.
O desafio, explicou, partiu de um docente seu, no âmbito da disciplina de Antropologia e Etnografia: “o professor Sousa Martins achou que eu daria um enquadramento diferente” à temática.
No final do trabalho, reconheceu: “agora compreendo melhor os aficionados, os ganadeiros, não só pela minhas ligações de família, mas também pelo percurso de vida e modo de estar da Fátima Albino”.

“Ela foi uma pioneira. Digo que este livro acabou por ser uma aventura minha no mundo da tauromaquia, de uma fraca aficionada junto de uma grande aficionada”.

“Actualmente, Maria de Fátima Soares Fernandes Rocha Ferreira, denominada pela aficion açoriana por Fátima Albino, é uma referência incontornável na vida taurina dos Açores, sendo reconhecida como ganadeira «dentro e fora da ilha». D. Fátima Fernandes Ferreira tem sabido usar o seu inato poder de comunicação junto dos aficionados da sua ganadaria, sendo acarinhada e incentivada por estes. «Lá vai a Senhora Fátima Albino!», exclama o povo ao vê-la passar de sorriso franco e sempre disponível para conversar com quem se abeira de si”, pode ler-se na contra-capa do livro

“Mesmo que se considere isento de paixão taurina, o leitor não permanecerá, certamente, indiferente à dedicação de Fátima Albino pelas tradições da sua terra, nem ao fervor dos aficionados terceirenses pela tourada. Nesta caminhada pelas sendas taurinas, o leitor render-se-á, livre e mansamente, à devoção aos toiros e à Festa Brava que se vive na ilha Terceira”.

Novo livro sobre JAF


O novo livro “JAF- Ganadaria da ilha Terceira”, que será lançado em Abril de 2011, igualmente editado pela Blu-Edições, resulta de um trabalho de pesquisa sobre a Casa Agrícola José Albino Fernandes, uma das ganadarias mais antigas dos Açores. Com a publicação deste livro, refere a autora, “pretende-se lançar um testemunho escrito que confirma o legado de três gerações de ganadeiros terceirenses. Os registos escritos, fotográficos e documentais proporcionam aos aficionados da Festa Brava um encontro com as origens de uma ganadaria da ilha Terceira, bem como o reconhecimento do seu actual papel de relevo em prol da tradição taurina dos Açores”.

“Eh pá, olh’esse toiro!”


A par do percurso de vida da ganadeira terceirense, a obra “Fátima Albino: Uma Ganadeira da Ilha Terceira” reúne e apresenta dados históricos e documentais sobre as origens da tradição tauromáquica nos Açores, mais concretamente na ilha Terceira, além da sua caracterização na actualidade.
A autora, Isabel Silva, socorreu-se não só de escritos e documentos antigos, bem como de entrevistas com investigadores e aficionados terceirenses.

“Falar da Festa Brava na ilha Terceira, nos Açores, é definir o pulsar de um povo na sua mais genuína manifestação. A cultura do toiro é intrínseca à cultura terceirense e indissociável da alma do povo”.

“O grito «Eh pá, olh’esse toiro!», refere a escritora, traz o visitante “para o centro da festa, tornando-o participante de uma tradição tão antiga quanto a memória colectiva do povo da Terceira”.

Ao jornal “a União”, a autora refere “desmistificar” algumas teorias, como a que atribui à presença castelhana na ilha o gosto pelas touradas: “as touradas de praça vieram por influência da nobreza. As pessoas brincavam tradicionalmente com o touro no terreiro”.
Rejeita ser uma conhecedora integral da área, apenas faz conclusões das provas e testemunhos que reuniu.

Touros heróis

“Tal é a importância do gado bravo no imaginário popular terceirense que se atribui aos toiros a vitória na Batalha da Salga, em 25 de Julho de 1581. (…) os toiros são os verdadeiros heróis desta importante batalha, símbolo da tenacidade e bravura dos terceirenses”.

Apesar de haver outras ilhas açorianas que têm vindo a implementar a tradição taurina, “a Terceira é, sem dúvida, a ilha que melhor preserva e acarinha a Festa Brava”, refere.
Mas Isabel Silva resume: “um dos objectivos desta exposição escrita centra-se na apresentação da vida de uma mulher terceirense que tem conseguido afirmar-se no mundo dos toiros dominado, essencialmente, por homens e marcar, vincadamente, a história da tauromaquia na ilha Terceira”.

Autora

Isabel Maria Coelho da Silva, nascida a 19 de Novembro de 1969, é natural de Angra do Heroísmo. Em 1988, ingressa na faculdade de letras da Universidade clássica de Lisboa, concluindo a licenciatura em Literaturas Modernas, Estudos Franceses e Ingleses. Em 1994 regressa à sua terra natal e entre 2006 e 2009 licenciou-se em Guias da Natureza, no pólo de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores.
Isabel silva relevou o seu gosto pela escrita desde jovem, tendo escrito várias crónicas para jornais locais e alguns contos infantis. Foi coordenadora do clube de jornalismo da Escola Básica Integrada dos Biscoitos, onde lecciona desde 2005.

Mulher de “garra” fez história

Maria de Fátima Soares Fernandes Rocha Ferreira (Fátima Albino) nasceu a 18 de Agosto de 1953 em Angra do Heroísmo. Filha única do ganadeiro e empresário José Albino Fernandes e de D. Maria Alvarina Soares Fernandes, cresceu na Quinta do Leão, número 30, em São Carlos, Angra do Heroísmo.
Segundo consta na publicação “Fátima Albino: Uma Ganadeira da Ilha Terceira”, a terceirense “começou a ajudar a gerir a ganadaria do pai aos 18 anos. Desde essa idade começou a conduzir, tendo sido a primeira mulher a conduzir um Land Rover pelas estradas da ilha, o que causava estranheza na época. A sua personalidade forte e carácter independente incomodavam uma sociedade habituada a considerar as mulheres submissas e dependentes da família, impedidas de realizar tarefas, tradicionalmente atribuídas aos homens. Porém, Maria da Fátima, por força das circunstâncias da vida, aprendera a ser lutadora e destemida, enfrentando muitos problemas familiares e financeiros que só conseguiu superar devido à sua «garra» (como a própria define) e à sua determinação”.

“Aprendeu a «lidar com os toiros» com a ajuda dos empregados da ganadaria do pai, indo com estes ao «mato» onde aprender também a gostar de toiros. Assumiu o controlo da ganadaria e da exploração agro-pecuária da família (na época com mais de 100 cabeças de gado leiteiro), ficando a seu cargo o transporte dos tratadores, a gestão de recursos e os pagamentos”.

Segundo a autora, Isabel Silva, Fátima Albino “fez história na tauromaquia por ter sido a primeira mulher a «ir ao mato lidar com os toiros», a fazer contratos com as comissões de festas e festivais taurinos e a envolver-se directamente na Festa Brava”.

Das touradas à gestão da ganadaria

O livro está estruturado em cinco capítulos. Depois de uma descrição acerca das touradas e ganadeiros da ilha Terceira, com referência aos primórdios da tauromaquia terceirense e às tradições contemporâneas, a publicação centra-se no percurso da vida de Fátima Albino. Nele, é traçado o percurso pessoal e profissional de Fátima Albino, bem como a influência da família.
O terceiro capítulo é dedicado à Ganadaria da Casa Agrícola José Albino Fernandes e aos seus Herdeiros.
A obra explora ainda como é feita a gestão de uma ganadaria, desde os seus recursos, aos tratadores e colaboradores, bem como ao calendário taurino, contratos, actividade pública, etc, fazendo-se referência à Associação Regional de Criadores da Tourada à Corda. O livro termina com perspectivas futuras.

Fonte: A União (Humberta Augusto)

sábado, 4 de setembro de 2010

Petição: "Em defesa da Festa Brava"

Publicado a 04 de Setembro de 2010


EM DEFESA DA FESTA BRAVA

Em Defesa da Festa Brava
Em Defesa da História, da Terra e dos Homens
Em Defesa dos Animais e da Natureza

Chamo-me Francisco Moita Flores. Sou escritor. Sou pai de três filhos, avô de três netos. E, neste momento da minha vida pessoal, por decisão do Povo de Santarém, sou Presidente de Câmara.
Nasci num monte alentejano entre Moura e Amareleja. Cresci repartido entre a cidade e o campo. Estudei na escola primária desse monte, depois numa vila, depois nas cidades do país, depois em cidades de outros países. Aprendi a vida convivendo com manadas de vacas, imensos rebanhos de ovelhas, cavalos, mulas, porcos, cabras, com o rio Ardila e tinha uma cadela que se chamava Maravilha. Durante 15 anos servi a Polícia Judiciária. Fui testemunha e actor do sofrimento mais pungente, de tragédias inimagináveis, de lágrimas feitas de tanta dor que não havia consolo. Conheci, vivi, convivi com o luto e a morte durante este tempo. Tempo demais para não sermos tocados por esse mundo invisível de dor e pranto. E este rasto de sofrimento e morte, de miséria e desespero, de violência e brutalidade em contraste com as memórias de outros tempos de menino converteu-me ao franciscanismo. S. Francisco, o irmão de todos os rios, irmãos de todos os pássaros, irmão do sol e da vida, irmão dos animais, das árvores, dos homens, das crianças, ensinou-me o caminho ético e moral para educar os meus filhos e amar os meus netos e a gente que em mim deposita confiança para governar.
Aprendi nos campos alentejanos a ser aficionado. Uma pulsão emotiva que não sabia explicar. O touro bravo, fera negra, símbolo da morte e do medo, olhava-nos arrogante e valente. Aprendi a admirá-lo. E descobri em Knossos, nos frescos deixados pela civilização cretense, que essa admiração era velha. Em Esparta e na civilização grega. Reencontrei-a em Roma e na civilização romana. Depois nos enormes frescos de Miguel Ângelo, nos poemas de Garcia Lorca, na pintura de Picasso, nas páginas de Hemingway e de tantos outros poetas, escritores, pintores, escultores que percebi que o irmão touro bravo integrava o psicodrama essencial do Homem. A sua inquietude perante a morte e a necessidade de a vencer para aspirar à imortalidade. Numa arena, em cada combate, vence a vida ou vence a morte. Não há meio termo. Esta dimensão trágica do simbólico enredo taurino está presente em todas as manifestações populares, nomeadamente, nas largadas, que arrebatam milhões de entusiastas que procuram apostar a vida, nem que seja numa corrida medrosa com o touro a quinhentos metros de distância. E o ritual cumpre-se pelo exorcismo da negação evitabilidade finitude.
O crescimento das cidades, e das culturas urbanas, produziu novos mitos. Novas falas, como lhe chama Roland Barthes. Produziu novos ritos sociabilitários, novos discursos simbólicos, novos afectos e importantes discursos sobre o mundo e os nossos destinos colectivos. Representou grandes ganhos revolucionários, culturais e civilizacionais e bem se pode dizer que, hoje, o mundo é comandado pelas cidades. Porém, também desvarios, radicalismos, intolerância e a irrupção de um pensamento que destrói a memória, que expropria e marginaliza os ritos, os mitos, os valores, os símbolos que durante séculos consolidaram Portugal, lhe deram identidade e o afirmaram como Língua, como Povo, como Pátria, como Território. As culturas urbanas radicais desprezaram os campos e desprezam os seus costumes, gostos, atitudes psico-afectivas. Consideram-nos ganga, ruído, ‘pimba', decadência face ao brilho multicolorido das cidades. Como disse a grande poetisa Sophia de Mello Breyner, são pessoas sensíveis que detestam ver matar galinhas, mas adoram canja de galinha! Culturas, ou microculturas radicais que surpreendidos pela devastação que provocaram, desertificando os campos, envelhecendo-os, matando-os, matando a agricultura, as aldeias, as vilas, a vida da pastorícia, das florestas - tudo submetido à ordem e aos valores da cidade - descobriram que valia a pena lutar por adereços. Não pelos campos ou pela multiplicação dos animais como estratégia de recuperação do mundo agrícola, muito menos por respeito pelos homens que desprezam e tratam como meros servos, mas para apaziguar consciências consumistas que na irracionalidade do consumismo despedaçaram qualquer outro valor, ideia, ou respeito pelos outros, seja pelos Homens, seja pela Natureza, seja pelos Animais.
Os diferentes nichos que surgem pelo país, em defesa do lince, em defesa do lobo, em defesa da água, contra a festa brava, na maior parte dos casos apenas olha a árvore e recusa-se a ver a floresta. São, na sua maioria, contra qualquer vínculo que afirme o respeito pelos Direitos do Homem casados e em sintonia com os Direitos da Terra. Não quero, nem é possível discutir os argumentos contra a Festa Brava. São do território da fé e jamais chegaríamos ao fim. Não é possível argumentar contra visões fundamentalistas, transformadas em beatério de confrades laicos. Que gozam as graças de meios de comunicação que adoram ruído e conflito e acreditam piamente nas verdades gritadas por aguerridos beatos, quais velhas inquisidoras. Na verdade, limpando a hipocrisia, a nenhum interessa os direitos dos animais, nem os direitos dos homens. Gritam o folclore politicamente correcto e giro! E fazem abaixo assinados, procurando destruir sem compreender, protestar quando a verdadeira essência do seu protesto são as suas próprias consciências. Nem é o sofrimento do animal, como eles dizem, que os move. Pois se o fosse, estariam aos gritos em todos os locais em que se ‘fabricam' com hormonas, frangos, vacas, ovelhas para alimentar a cidade. Estariam às portas dos grandes matadouros escutando os urros de milhares de animais que adivinham o cheiro da morte. Estariam nas barricadas contra as guerras que matam homens e crianças, na linha da frente da luta pelo renascimento do campo e das culturas rurais, na linha da frente contra a violência doméstica. Não! Nada disto. Apenas contra a pretensa violência contra os touros bravos. Nem pelo outro argumento comodista e repetido de que não são contra o abate dos animais mas sim contra o espectáculo que, no caso português, nem os abate. Maior hipocrisia não existe. Nem paciência para discutir a fé de angustiados.
Cheguei à idade onde já não há paciência para ser insultado por uma horda de analfabetos. Embora respeite os seus gritos, pois creio nesta terra da liberdade sem excepção de ninguém. Até daqueles que assiste o direito ao disparate. Cheguei á idade da tolerância mas também ao tempo onde, mais do que nunca, acredito que só é possível salvar os Direitos do Homem se com eles salvarmos os Direitos da Terra. É a minha crença profunda. E sei que o combate passa por afirmar a defesa dos símbolos, dos valores, dos ritos, das cargas simbólicas que consolidaram a nossa secular matriz identitária. E esse combate feito de muitas frentes de luta, tem numa delas os ‘talibãs' que em nome dos direitos dos animais procuram destruir os animais, a economia que os sustenta e os animais sustentam, além da cultura a eles imanentes. Por isso mesmo decidi lançar este abaixo assinado que vos envio. Já que a moda é o abaixo assinado, assinemos. Em defesa da Festa Brava, em defesa da Festa, em defesa dos valores da Terra, da Vida e dos ritos exorcizadores da Morte, em defesa dos animais, dos touros, dos cavalos, dos pastores e dos campinos, da economia agrícola e animal associada à Festa e ao espectáculo, em nome do progresso com Memória, em nome do desenvolvimento sem perder o sentido da História.
Proponho-vos chegarmos a CEM MIL assinaturas até Julho de 2011. CEM MIL! Convido-vos a todos. Aos meus irmãos homens, às minhas irmãs mulheres, que afirmem por este abaixo assinado fora, este combate pela cidadania e pelos direitos da Terra para que ninguém se amedronte perante a gritaria histérica de alguns. Convido-vos com a serenidade da razão a subscrever este abaixo assinado e definitivamente mostrar ao país que não nos submetemos à ditadura do ‘hamburger' urbano e que somos muitos, disponíveis para lutar, resistir e assumir Portugal na sua unidade complexa e diversa. Sem intolerância, em nome da Liberdade, mas também em nome dos direitos naturais sagrados que nos tornaram portugueses, filhos de Portugal, netos de almocreves, cavaleiros, campinos, guardadores de rebanhos, de escritores e de poetas, de guerreiros e camponeses, nascidos do mesmo ventre de terra à qual um dia regressaremos.


Santarém, 25 de Agosto de 2010
Francisco Moita Flores



Em boa hora Francisco Moita Flores elaborou e activou esta petição. Seja mais um dos signatários e junte a sua voz a favor da defesa da Festa. Neste link poderá deixar a sua assinatura: http://www.peticaopublica.com/?pi=P2010N2951

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

IX Congresso Mundial de Ganaderos de Toiros de Lide

Publicado a 01 de Setembro de 2010

Numa altura em que a Tauromaquia é questionada por alguns sectores políticos ou sociais, é necessário criar laços de união entre os diversos agentes do sector taurino com o fim de defender, promover e inovar nesta actividade, em várias perspectivas e diferentes âmbitos geográficos, situando o toiro de lide e a sua criação como eixo central da mesma, além de dar a conhecer o seu verdadeiro potencial.

Com este objectivo, entre outros, nasce o IX Congresso Mundial de Ganaderos de Toiros de Lide que se celebrará nos dias 21, 22 e 23 de Outubro na Ilha Terceira com o lema "Os Açores entre dois continentes taurinos", organizado pela Tertúlia Tauromáquica Terceirense.

As Ilhas dos Açores são o centro geográfico da Tauromaquia pela sua localização entre a América e a Europa, pelo que assumem uma simbologia incontornável para pôr em comum as experiências mais significativas e debater as diversas expressões tauromáquicas.

O IX Congresso Mundial de Ganaderos de Toiros de Lide pretende abarcar diversos temas englobados em três campos fundamentais:

- O presente e o futuro da tauromaquia: situação económica, garantias profissionais e factores que influenciam o desenvolvimento do futuro das ganadarias;
- As inovações e aplicações nas ganadarias de lide: desde o ponto de vista da sanidade, da genética ou dos critérios de selecção, entre outros.
- As oportunidades de futuro nas ganadarias de lide: aplicações das novas tecnologias, divulgação de valores complementares à actividade, meios de comunicação e união dos sectores taurinos.

Segundo a organização, o objectivo fundamental é chegar a conclusões práticas e teóricas, deixando de lado a especulação e, baseando-nos no rigor real e informativo que oferece a ciência e a análise, partilhar estas parcelas de conhecimento acerca do toiro de lide.

Touradas à Corda - Setembro de 2010

Publicado a 01 de Setembro de 2010
Quarta-Feira, 1 de Setembro
Praça da Vila Nova
Casa Agrícola José Albino Fernandes
Herdeiros de Ezequiel Rodrigues
Eliseu Gomes
Humberto Filipe

Rua das Pedras (Cabo da Praia)
Herdeiros de Ezequiel Rodrigues

Raminho
Humberto Filipe

Santa Bárbara
Humberto Filipe
Manuel João Rocha


Quinta-feira, 2 de Setembro
Raminho
Humberto Filipe

Cabo da Praia
Herdeiros de Ezequiel Rodrigues

Santa Bárbara
Humberto Filipe
Manuel João Rocha (bezerrada)

Sábado, 4 de Setembro
Cabo da Praia
Manuel João Rocha

Areeiro (Fontinhas)
Humberto Filipe

Arrebalde (São Sebastião)
Humberto Filipe

Santa Bárbara
Humberto Filipe
Manuel João Rocha


São Bartolomeu
Casa Agrícola José Albino Fernandes

Domingo, 5 de Setembro
Porto de São Mateus
Eliseu Gomes

Caminho de São João (Casa da Ribeira)
Humberto Filipe

Segunda-feira, 6 de Setembro
São Bartolomeu
Herdeiros de Ezequiel Rodrigues

Terça-feira, 7 de Setembro
Altares
Herdeiros de Ezequiel Rodrigues (vacada)

Santa Luzia (Santa Cruz)
Casa Agrícola José Albino Fernandes (vacada)

Quarta-feira, 8 de Setembro
Santa Luzia (Santa Cruz)
Casa Agrícola José Albino Fernandes

Achadas (Altares)
Herdeiros de Ezequiel Rodrigues

Quinta-feira, 9 de Setembro
Ao Lugar (Altares)
Herdeiros de Ezequiel Rodrigues

Santa Luzia (Santa Cruz)
Casa Agrícola José Albino Fernandes

Desterro (Conceição)
Eliseu Gomes

Sexta-feira, 10 de Setembro
Ribeira Seca (São Sebastião)
Humberto Filipe

Sábado, 11 de Setembro
Ribeira Seca (São Sebastião)
Humberto Filipe

Desterro (Conceição)
Eliseu Gomes

Rua do Picão (Lajes)
João Cardoso Gaspar

Domingo, 12 de Setembro
Estrada 25 de Abril (Santa Cruz)
Casa Agrícola José Albino Fernandes

Vinha Brava (Conceição)
Rego Botelho

Segunda-feira, 13 de Setembro
Praça da Serreta
Humberto Filipe

Penha de França (São Pedro)
Humberto Filipe

Lapinha (Conceição)
Rego Botelho

Quarta-feira, 15 de Setembro
Largo da Serreta
Humberto Filipe

Quinta-feira, 16 de Setembro
Praça da Serreta
Humberto Filipe

Sábado, 18 de Setembro
Santa Luzia (Santa Cruz)
Humberto Filipe

Rua da Igreja (São Mateus)
Rego Botelho
Irmãos Toste

Rua Dr. Marcelino (Cinco Ribeiras)
Humberto Filipe

Serretinha (Feteira)
Herdeiros de Ezequiel Rodrigues
Eliseu Gomes

Domingo, 19 de Setembro
Amoreiras (Santa Cruz)
Humberto Filipe

Segunda-feira, 20 de Setembro
Caminho do Concelho (Biscoitos)
Herdeiros de Ezequiel Rodrigues

Terça-feira, 21 de Setembro
Porto Martins
Casa Agrícola José Albino Fernandes
Herdeiros de Ezequiel Rodrigues (vacada)


Pesqueiro (São Bartolomeu)
Casa Agrícola José Albino Fernandes
Herdeiros de Ezequiel Rodrigues


Quarta-feira, 22 de Setembro
Caminho do Concelho (Biscoitos)
Casa Agrícola José Albino Fernandes

Porto Martins
Herdeiros de Ezequiel Rodrigues

Quinta-feira, 23 de Setembro
Caminho do Concelho (Biscoitos)
Rego Botelho


Porto Martins
Casa Agrícola José Albino Fernandes

Sábado, 25 de Setembro
Rua dos Boiões (Biscoitos)
Herdeiros de Ezequiel Rodrigues

Pesqueiro (São Bartolomeu)
Eliseu Gomes
Humberto Filipe


Canada do Serra (Porto Martins)
Herdeiros de Ezequiel Rodrigues

Parque da Praça de Toiros “Ilha Terceira”
Casa Agrícola José Albino Fernandes
Eliseu Gomes

Domingo, 26 de Setembro
Porto dos Biscoitos
Gabriel Ourique

Rua Prof. Dr. Sousa Jr. (Porto Martins)
Casa Agrícola José Albino Fernandes

Refugo (Porto Judeu)
Herdeiros de Ezequiel Rodrigues

Segunda-feira, 27 de Setembro
São Carlos (São Pedro)
Rego Botelho
Casa Agrícola José Albino Fernandes
Eliseu Gomes
Humberto Filipe

Largo das Mercês (Feteira)
Humberto Filipe (bezerrada)

Terça-feira, 28 de Setembro
Largo das Mercês (Feteira)
Humberto Filipe (bezerrada)

Figueiras do Paim (Santa Cruz)
Casa Agrícola José Albino Fernandes
Herdeiros de Ezequiel Rodrigues (vacada)


Quarta-feira, 29 de Setembro
Figueiras do Paim (Santa Cruz)
Herdeiros de Ezequiel Rodrigues

Quinta-feira, 30 de Setembro
Figueiras do Paim (Santa Cruz)
Herdeiros de Ezequiel Rodrigues

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Museu Taurino Paulo Magalhães

Publicado a 24 de Agosto de 2010
Paulo Magalhães, homem ligado desde cedo à Festa Brava, inaugurou um Museu Taurino no passado fim-de-semana na freguesia do Posto Santo. Desde fotografias a cartazes e cabeças de afamados touros, Paulo conserva um verdadeiro tesouro taurino da ilha Terceira.
Começou a juntar coisas relacionadas com a tauromaquia em 1979, ano em que aderiu ao Grupo de Forcados Amadores da Tertúlia Tauromáquica Terceirense, tinha ele 17 anos, já com a ideia de um dia inaugurar um Museu Taurino.
A trabalhar na sua constituição há muito tempo, Paulo Magalhães decidiu inaugurar o Museu no passado fim-de-semana, depois do presidente da comissão das Festas de Santo António do Posto Santo, António Alves, lhe ter proposto inseri-lo no programa das festividades.

Composto por um conjunto de elementos que marcam grandes momentos da tauromaquia na ilha Terceira, nomeadamente, fotografias, cartazes e bilhetes de touradas que remontam ao século passado, prémios, cabeças de touros, capotes, pinturas e muito mais, o homem aficionado pela festa brava mantém uma verdadeira relíquia e história da tauromaquia que só vista para se perceber a sua verdadeira riqueza e esplendor, onde Paulo lembra perfeitamente a data de todas as peças assim como das imagens e fotografias que compõe o museu. Fala com um brilho nos olhos de todas as ocorrências, dos melhores momentos que viveu enquanto forcado e das grandes amizades que fez durante esses anos.

Quando questionado sobre o que o levou a guardar todas esta relíquias e recordações, Paulo Magalhães admite que não sabe explicar mais do que a sua grande paixão pela Festa Brava.
Para além de tudo o que constituiu este aglomerado de história tauromáquica, o proprietário admite que tem muito mais e que o museu ainda não está terminado.
“Tenho guardados num dossier recortes de todos os artigos publicados nos jornais locais, a União e Diário Insular, sobre tauromaquia desde o ano de 1979. Penso que nunca me falhou nenhum. Esses artigos ainda não estão expostos no museu, ainda falta muito mais”, revela o homem.

Admitindo que o seu trabalho e a sua colecção não vão ficar por aqui, o aficionado pretende adquirir muito mais do que tem, aumentando a sua colectânea sistematicamente, especialmente fotografias mais recentes do grupo de forcados dos dias de hoje, do qual não tem nenhuma recordação.

Tudo fruto do seu trabalho de longo prazo, nomeadamente a própria estrutura, a decoração e tudo o resto que o compõe, fazem Paulo Magalhães sentir grande orgulho no seu trabalho.
Paulo admite que dentro daquelas paredes está uma fortuna que nem sabe ao certo quanto será, uma vez que foi feita aos poucos ao longo dos anos e conforme as suas possibilidades.
“Não faço a mínima ideia do que será feito disto no futuro. Agora é que as pessoas tomaram conhecimento disto e até já me falaram em colocar o museu no roteiro turístico da ilha ou dos Açores, mas a verdade é que não me preocupo muito com isso, sinto-me feliz com o meu trabalho, quando as pessoas estiverem interessadas em ver é só falarem comigo e venho cá mostrar. Por enquanto é assim que irá funcionar, depois com o passar do tempo logo se verá”, assume.

Paulo fala com orgulho não só do seu tempo de forcado como de tudo o que circunda a vida da tauromaquia. Lembra com emoção a sua última pega, aos 30 anos de idade, no dia 4 de Agosto de 1991, onde um forcado do grupo do Montijo, António Gouveia, que lhe dedicou a pega, faleceu na Praça. Paulo revela ter sido um momento muito marcante, tendo também em exposição no seu museu a cabeça da mãe do touro que matou esse forcado, e imagens da tragédia. “Foi o único forcado a ter esse triste fim na ilha Terceira”, diz Paulo Magalhães.
“Na altura era muito mais complicado ser forcado, pois eram muito poucos os que queriam assumir tal papel. Hoje em dia existem muitos mais elementos nos grupos e muitos outros com vontade de aprender. Se fosse hoje em dia talvez tivesse ficado mais tempo no grupo”, confessa Paulo, acreditando que 13 anos passados no grupo de forcados não é muito tempo.
Nos últimos anos, Paulo afastou-se um pouco e de certa forma de tudo o que está ligado à festa Brava devido à sua incapacidade física, mas confessa que vai acompanhando as coisas ao longe, pois não esquece aquilo que mais gosta.
Por tudo isto, mais do que um verdadeiro tesouro e uma preciosidade da tauromaquia terceirense, este Museu Taurino criado por Paulo Magalhães é um verdadeiro desejo pessoal de longa data que merece todo o valor pela sua impressionante colecção e riqueza taurina que ligam o homem à sua verdadeira paixão.

Fonte e Foto:
A União (Ana Isa Cabral)

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Amadores do Ramo Grande em Baião

Publicado a 23 de Agosto de 2010
O Grupo de Forcados Amadores do Ramo Grande pegará esta tarde, pelas 17h30 (hora do continente), na 2º Corrida Ruedo Ibérico, que se realizará em Baião.
As pegas serão partilhadas com os Amadores de Arronches e Póvoa de S. Miguel.
O curro de 6 toiros de Herdeiros de D. Manuel Rafael Cary será lidado pelos Cavaleiros Luís Rouxinol, Girlberto Filipe e Marcelo Mendes.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Tiago e João Pamplona no Canadá

Publicado a 06 de Agosto de 2010

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Feira da Graciosa 2010

Publicado a 04 de Agosto de 2010

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Triunfo de Salgueiro da Costa nas Festas da Praia

Publicado a 03 de Agosto de 2010
Mais de ¾ de praça para assistir à corrida do dia 1 de Agosto integrada nas Festas da Praia 2010. João Salgueiro e João Salgueiro da Costa a cavalo, enquanto Oliva Soto se encarregou da lide apeada. Forcados Amadores da Tertúlia Tauromáquica Terceirense (GFATTT) e Amadores do Ramo Grande (GFARG). Foram lidadas as divisas de Rego Botelho (RB), Casa Agrícola José Albino Fernandes (JAF) e Irmãos Toste (IT).

João Salgueiro entrou em praça montando o Moranguito para receber o “Quimo” (JAF, nº259, 415Kg). O toiro, apesar da sua nobreza de investida, desde cedo se mostrou andarilho tendo ao longo da lide dificuldade em colocar-se para as sortes. Após uma eternidade a galope, o Cavaleiro colocou a cravagem de castigo. Já com o Chaplin iniciou a segunda parte da lide com 2 ferros de boa nota, para depois decrescer ao longo da função. Muitas das vezes foi notória a falta de colaboração do cavalo aquando das viagens para as cravagens. Encerrou a lide com mais dois curtos. No final opta, e bem, por não dar volta à arena. O “Malandro” (IT, nº102, 495Kg), que foi o segundo do seu lote, mostrou-se voluntarioso durante a lide. Novamente com a mesma montada de saída, deixou dois compridos à meia volta. Algumas notas de interesse ficaram da segunda parte da peleja, a destacar o 2º ferro cravado em curto e alguma da brega efectuada. Das bancadas iam surgindo aplausos que não espelhavam o que se passava na arena. Cada vez mais, os menos entendidos se deliciam com piruetas e outros adornos que tais, em vez de todo o resto que é essencial.

A debutar no redondel angrense, João Salgueiro da Costa recebeu o seu primeiro oponente (JAF, nº274, 445Kg) montando o Don Juan. O toiro logo se mostrou desligado e distraído investindo só pela certa, reflectindo sinais de mansidão. Após dois ferros compridos, o Marialva troca para o Mon Cherry e foi traçando uma lide na qual foi procurando andar sempre em cima do toiro, pisando-lhe os terrenos no momento das sortes. Uma lide de mérito encerrada com um bom ferro curto, mesmo com as dificuldades impostas pelo oponente. A confirmação como triunfador da corrida viria com a lide do “Pirata” (IT, nº94, 490Kg). O toiro apresentou algumas dificuldades defendendo-se nos tércios e mostrando pouco andamento. Salgueiro da Costa foi indo em crescendo, uma vez mais com a colaboração das mesmas montadas. Dois bons ferros compridos seguidos de quatro cravagens curtas de onde se destaca o segundo de alto a baixo após consentir a investida do hastado. Esteve bem nas bregas e entrou pelo toiro na medida certa, conseguindo assim sacar o que de melhor havia no animal da divisa azul e amarela.

Em tauromaquia é hábito dizer-se que um toureiro não pode brilhar quando lhe falta matéria-prima para poder desenvolver a sua arte, e quando o inverso acontece? A Oliva Soto, no seu primeiro toiro, o “Cotorrito” (RB, nº24, 480Kg), foi oferecida uma tela em branco da melhor qualidade, assim como tintas e pincéis do melhor. Com o capote lanceou por Verónicas de boa nota e Delantales rematados com duas meias Verónicas e Larga por alto. Já com a muleta, o artista, talvez pensando que se encontrava perante uma assistência de míopes, limitou-se a passar o pincel pela tela sem se preocupar em usar a tinta, resultado: uma lide sem história perante um adversário que apresentava grandes condições de bravura e nobreza, uma tela em branco. Uma lide sem temple e algo confusa (chegando por vezes o Matador a destapar-se), perante um toiro que se arrancava de largo e galopava ao cite. O toiro apresentava uma grande profundidade de investida pela esquerda que mesmo assim não foi aproveitada. Assobios no final da lide. O segundo do seu lote (RB, nº37, 445Kg) não tinha tão bons atributos mas apesar de alguns momentos de distracção e menor recorrido, deixou-se lidar. O diestro andou um pouco mais trabalhador. Provou-o com o capote desenhando Parons seguidos de tímidas Chicuelinas. Com a muleta citou pela direita demonstrando mais temple e profundidade, apesar da viagem curta do oponente. O Matador mostrou um pouco mais de querer e o toiro foi crescendo com ele. Por Naturais desenhou aquela que talvez tenha sido a série mais bem conseguida. Encerrou a faena por Manoletinas.

No campo da forcadagem assistiu-se a 4 pegas ao primeiro intento. Tomás Ortins do GFATTT deu vantagem ao oponente fechando-se bem à barbela. André Parreira do GFARG realizou uma rija pega aguentando a investida sendo levado até às tábuas. José Vicente do GFATTT mandou e consentiu bem a viagem fechando-se numa boa pega. Alex Rocha do GFARG finalizou a noite de pegas à córnea, sem dificuldade.

Nota final para a poderosa interpretação da Banda Filarmónica da Sociedade Progresso Lajense, sob a batuta do maestro Evandro Machado. Assim o espectáculo tem outro brilho!

Bruno Bettencourt

domingo, 1 de agosto de 2010

Touradas à Corda - Agosto de 2010

Publicado a 01 de Agosto de 2010
Domingo, 1 de Agosto
Fonte (São Sebastião)
Eliseu Gomes

Segunda-feira, 2 de Agosto
Terreiro (Terra-Chã)
Eliseu Gomes

Juncal
Casa Agrícola José Albino Fernandes
Humberto Filipe (vacada)


Terça-feira, 3 de Agosto
Juncal
Humberto Filipe

Arco (S. Bento)
Casa Agrícola José Albino Fernandes
Manuel João Rocha

Praça das Doze Ribeiras
Eliseu Gomes
Manuel João Rocha (vacada)


Quarta-feira, 4 de Agosto
Juncal
Casa Agrícola José Albino Fernandes

Quatro Ribeiras
Eliseu Gomes

Doze Ribeiras
Eliseu Gomes
Manuel João Rocha


Quinta-feira, 5 de Agosto
Quatro Ribeiras
Eliseu Gomes

Caminho do Cemitério (Praia da Vitória)
Casa Agrícola José Albino Fernandes
Humberto Filipe
Herdeiros de Ezequiel Rodrigues
Eliseu Gomes


Sexta-feira, 6 de Agosto
Arco (São Bento)
Casa Agrícola José Albino Fernandes
Manuel João Rocha


Sábado, 7 de Agosto
Largo de Fátima (Ribeirinha)
João Cardoso Gaspar

Biscoitinho (São Mateus)
Eliseu Gomes

Rua Gervásio Lima (Praia da Vitória)
Casa Agrícola José Albino Fernandes
Herdeiros de Ezequiel Rodrigues


Domingo, 8 de Agosto
Areal da Praia da Vitória
Eliseu Gomes

Quarta-feira, 11 de Agosto
Estrada 25 de Abril (St. Cruz)
João Cardoso Gaspar

Sexta-feira, 13 de Agosto
Porto de São Mateus
Eliseu Gomes

Lameirinho (bezerrada)
Rego Botelho
Casa Agrícola José Albino Fernandes
Eliseu Gomes
Herdeiros de Ezequiel Rodrigues


Sábado, 14 de Agosto
Porto de São Mateus
Eliseu Gomes

Rua Padre Lino Fagundes (Lajes)
João Cardoso Gaspar

Domingo, 15 de Agosto
Serra de Santiago (Sta. Cruz)
Herdeiros de Ezequiel Rodrigues

Lameirinho
Rego Botelho
Casa Agrícola José Albino Fernandes
Eliseu Gomes
Herdeiros de Ezequiel Rodrigues


Segunda-feira, 16 de Agosto
Largo da Igreja (Agualva)
António Lúcio
Nelson Toste
Daniel Nogueira


Terça-feira, 17 de Agosto
Cruzeiro (Agualva)
Herdeiros de Ezequiel Rodrigues
Eliseu Gomes
Francisco Sousa
Gabriel Ourique


Quarta-feira, 18 de Agosto
Largo da Igreja (Agualva)
Casa Agrícola José Albino Fernandes
Duarte Pires
Rego Botelho
Humberto Filipe


Cinco Ribeiras
Humberto Filipe

Quinta-feira, 19 de Agosto
Canada das Mercês (Feteira)
Humberto Filipe (bezerrada)

Sexta-feira, 20 de Agosto
Feteira
Humberto Filipe

Sábado, 21 de Agosto
Feteira
Casa Agrícola José Albino Fernandes
Rego Botelho


Cinco Ribeiras
Humberto Filipe

Canada de Santo António (Posto Santo)
Rego Botelho
Gabriel Ourique


Estrada 25 de Abril (Sta. Cruz)
Humberto Filipe

Domingo, 22 de Agosto
Rua dos Moinhos (Agualva)
Rego Botelho

Caminho do Cemitério (Praia da Vitória)
Herdeiros de Ezequiel Rodrigues

Terça-feira, 24 de Agosto
Terreiro (Posto Santo)
Rego Botelho
Herdeiros de Ezequiel Rodrigues
Humberto Filipe
Gabriel Ourique


Às Pias (São Brás)
Gabriel Ourique

Fonte do Bastardo
Casa Agrícola José Albino Fernandes
Rego Botelho


Quarta-feira, 25 de Agosto
Às Pias (São Brás)
Herdeiros de Ezequiel Rodrigues

Fonte do Bastardo
Rego Botelho

Ladeira Grande (Ribeirinha)
João Cardoso Gaspar
Rego Botelho


Quinta-feira, 26 de Agosto
Fonte do Bastardo
Casa Agrícola José Albino Fernandes

Rua Padre Alfredo Lucas (S. Brás)
Eliseu Gomes

Sábado, 28 de Agosto
Rua Padre Alfredo Lucas (S. Brás)
Humberto Filipe

Rua do Regelo (Fonte do Bastardo)
Herdeiros de Ezequiel Rodrigues

Fajã do Ficher (Feteira)
João Cardoso Gaspar
Álvaro Amarante


Covões (Posto Santo)
Herdeiros de Ezequiel Rodrigues
Humberto Filipe


Bravio (São Mateus)
Eliseu Gomes

Domingo, 29 de Agosto
Rua do Biscoito (Fonte do Bastardo)
Eliseu Gomes

Bravio (São Mateus)
Eliseu Gomes

Segunda-feira, 30 de Agosto
Praça (Vila Nova)
Casa Agrícola José Albino Fernandes
Eliseu Gomes

Terça-feira, 31 de Agosto
Terreiro (Vila Nova)
Herdeiros de Ezequiel Rodrigues
Humberto Filipe

São João de Deus
Nelson Toste

Corrida das Festas da Praia

Publicado a 01 de Agosto de 2010

sexta-feira, 23 de julho de 2010

XIV Corrida União das Misericórdias

Publicado a 23 de Julho de 2010


terça-feira, 6 de julho de 2010

Salgueiro e Oliva Soto nas Festas da Praia

Publicado a 06 de Julho de 2010
O dia 1 de Agosto será marcado por uma Corrida Mista integrada nas Festas da Praia 2010. A corrida que terá início às 20h00 na Praça de Toiros "Ilha Terceira", contará com os Cavaleiros João Salgueiro e João Salgueiro da Costa marcando assim a presença de uma das “dinastias” mais importantes da tauromaquia nacional. A lide apeada estará a cargo do Matador Oliva Soto, um dos diestros que procura despontar neste momento e que recentemente teve uma presença importante na Feira de Abril em Sevilha.
Serão lidados seis toiros das divisas da Casa Agrícola José Albino Fernandes, Rego Botelho e Irmãos Toste.
As pegas serão repartidas pelos Grupos de Forcados Amadores da Tertúlia Tauromáquica Terceirense e do Ramo Grande.
Tal como nas edições anteriores, preço dos bilhetes irá situar-se entre os 11 e os 40 euros.

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