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quinta-feira, 4 de julho de 2013

Fernando Adrián - Matador

Fernando Adrián  Hernandez  Machicado nasceu em Torres de la Alameda (Madrid) a 20 de Janeiro de 1992.
 
Ingressa na Escola Taurina de Arganda “Fundacion El Juli” no ano de 2007 ficando entregue aos cuidados do Maestro Angel “Gomez Escorial”.
 
A Fundação El Juli colocou ao seu dispor os meios necessários para a sua formação e promoção e juntamente com Juan Leal transformaram-se nos alunos mais destacados da Escola.
 
Ambos atuaram dezenas de vezes em Espanha e principalmente em França onde cedo ganharam um enorme cartel nas novilhadas sem picadores.
 
Curiosamente, ambos debutaram com picadores no ano de 2011. Fernando  Adrián debutou com picadores em Olivenza na tarde de 11 de Março frente a novilhos de Herederos de Bernardino Piríz com Jesus Diez “El Fini” e Rafael Cerro como companheiros.
 
O primeiro ano com picadores – 2011 – foi triunfal, com grandes êxitos em muitas praças importantes de França e Espanha, como Sevilha (uma orelha),Barcelona a 15 de Maio onde corta duas orelha, Nimes na tarde de 10 de Junho, duas orelhas, Dax a 13 de Agosto duas orelhas, Algemesi a 27 de Setembro de novo duas orelhas e entre outras novilhadas sagra-se triunfador em Arnedo na tarde de 2 de Outubro ao cortar duas orelhas e conquistar o tão cobiçado Zapato de Oro. Goza de imenso cartel em Sevilha onde o seu toureio serio e profundo tem enorme impacto.
 
Na temporada 2012 termina em nº 1 do escalafón taurino dos novilheiros, apresentando-se em  Madrid na tarde de 25 de Março. À praça da capital volta em mais duas tardes, a 25 de Maio e a 22 de Julho.
 
Regressa a “sua praça” – Sevilha – a 13 de Abril com o corte de uma orelha e repete a 6 de Setembro. Actua de novo em praças da máxima importância como Castellon, Valencia, Nimes, etc.
 
Termina a temporada com 31 novilhadas e 33 orelhas cortadas.
 
Na presente temporada despede-se de novilheiro em Sevilha na tarde de 5 de Maio.
 
A 15 de Junho do corrente ano em Ávila recebe a alternativa de matador de toiros tendo como padrinho Julian Lopez “El Juli” e testemunha Miguel Angel Perera frente a toiros de San Mateo, San Pelayo e Carmen Lorenzo. Nessa tarde corta duas orelhas a “Pelotillo” marcado com o nº 41 de San Mateo e com 490 Kg. Tarde de triunfo grande com saída a ombros em solitário.
 
Luziu um bonito traje branco e oro e brindou o seu primeiro toiro como matador ao seu maestro Angel Gomez Escorial.
 
Curiosamente nunca actuou em Portugal, fazendo a sua apresentação no nosso país  no próximo dia 19 de Julho em Angra do Heroísmo – Ilha Terceira - na Corrida integrada nas Comemorações dos 40 anos do Grupo de Forcados Amadores da Tertulia Tauromáquica Terceirense.
 
Fernando Adrián é o quarto matador fruto do trabalho desenvolvido pela escola criada pela Fundação “El Juli” depois de Patrick Oliver, Damián Castaño e Juan Leal.

Corrida do dia 19 de Julho - cartaz


quarta-feira, 3 de julho de 2013

Corrida Mista a 19 de Julho - Cartel

No próximo dia 19 de Julho, pelas 21h30, a Praça de Toiros "Ilha Terceira" será palco de uma Corrida Mista, integrada nas comemorações do 40º Aniversário do Grupo de Forcados Amadores da Tertúlia Tauromáquica Terceirense.
 
O cartel serám composto pelos Cavaleiros Tiago Pamplona, Rui Lopes e João Pamplona.
A lide a peada estará a cargo do jovem Matador madrileno Fernando Adrián que faz assim o seu debute em Portugal.
As pegas serão partilhadas entre os Amadores da Tertúlia Tauromáquica Terceirense e os Amadores de Cascais.
Serão lidados 8 toiros das ganadarias terceirenses de Rego Botelho, Casa Agricola José Albino Fernandes, Herdeiros de Ezequiel Rodrigues, João Gaspar, Humberto Filipe e da ganadaria joregense de Álvaro Amarante.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Última corrida da Feira de S. João 2013 - video resumo


Video resumo da última Corrida de Toiros da Feira de S. João 2013.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Castaño em tons de ouro na última da Feira de S. João

Três quartos de praça assistiram à Corrida de Toiros que encerrou a Feira de S. João 2013. O cartel era composto por nomes de peso, de onde sobressaía Enrique Ponce, a quem se juntava Javier Castaño e Jimenez Fortes. O curro era de Rego Botelho.
Houvera sorte de varas (sorte que já existiu nos Açores e bastou uma assinatura para a fazer desaparecer. Por enquanto!) e teríamos toiros a ser lidados. Para já foram novilhos. Os exemplares vindos da Caldeira do Guilherme Moniz eram de comportamento desluzido. O primeiro e segundo da ordem foram lidáveis, sendo o quinto aquele que proporcionou melhores condições de lide. A corrida começou com o Paseillo a que se seguiu um minuto de silêncio em memória do recentemente falecido José Maria Cortes, cabo dos Amadores de Montemor.

Ponce esteve trabalhador na sua primeira faena. Foi-se confiando no decorrer da lide e soube contornar, de forma sábia, os problemas que o novilho tinha. A pouco e pouco foi-lhe tapando os defeitos e obrigou o oponente a investir e a prolongar essa mesma investida. Provou-o por ambos os lados e traçou passes com bastante temple e cada vez mais profundos, ainda que as séries resultassem com pouca ligação e ritmo. O segundo do seu lote apresentava ainda mais dificuldades. Novamente, o Matador valenciano procurou dar-lhe a volta mas a lide resultou mais apagada do que a anterior. Não conseguiu contornar as muitas dificuldades e falta de interesse do hastado.

Javier Castaño mostrou na Monumental “ilha Terceira” o porquê de, nesta temporada, trazer atrás de si um rasto de triunfo. Coube-lhe em sorte o lote mais capaz. O Matador ligou-se ao novilho e, numa lide de entrega e raça, enfrentou a brusquidão do oponente. Foi conseguindo moldar a investida do novilho saindo por cima deste. O segundo do seu lote trazia melhores condições. Recebeu-o de joelhos com uma vistosa Larga Cambiada em terrenos de dentro. Com a muleta bordou toureio pelo lado direito com Derechazos de muito nível. Apesar do pouco recorrido do novilho, o Matador de Salamanca foi-lhe ensinando a percorrer o trajecto da sua flanela vermelha. Mesmo quando parecia já não haver novilho, Castaño conseguia tirar um pouco mais. Uma lide de labor que chegou de forma sonora aos sectores da praça de toiros angrense. Estava encontrado o triunfador da tarde. Duas voltas para o Matador.

A Jimenez Fortes calhou a fava. Destaque para as Verónicas bem desenhadas e profundas com que recebeu ambos os novilhos do seu lote. E cingidas até ao limite foram as séries de Chiquelinas que se lhes seguiram. O malaguenho mostrou querer nesta presença na Feira de S. João. Procurou tirar todo o sumo a um primeiro novilho que parecia seco desde início. Com a muleta lidou a todo o perímetro da arena. Insistiu por ambos os lados, mas o seu oponente saia desligado virando a cara à luta. O último do seu lote não tinha condições de lide. Após um primeiro aviso, saltou a trincheira e depois de regressar à arena foi-se refugiando em tábuas. O Matador insistiu e foi colhido com uma voltareta sem consequências. A lide resultou sem história. De referir, pela negativa, a incompreensível volta à arena dada após esta segunda lide.

Uma nota final para os bons pares de bandarilhas cravados, em especial pelo terceirense João Pedro Silva e por David Adalid.

Conduziu o espectáculo Carlos João Ávila assessorado pelo Dr. José Paulo Lima.

Bruno Bettencourt

Corrida de Toiros, última da Feira de S. João 2013 - Fotos

Aqui ficam algumas imagens da Corrida de Toiros, última da Feira de S. João 2013, disponibilizadas pela organização.











 

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