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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Jogo sobre tauromaquia dos Açores para telemóvel



O jogo “Tauromaquia dos Açores” foi lançado, esta semana, para equipamentos com plataforma Android. Este é um jogo gratuito tipo “quiz”, onde é possível testar os conhecimentos do utilizador sobre factos e personalidades ligados ao meio taurino açoriano. Esta primeira versão, segundo os criadores, ainda está em fase experimental. Nesta versão estão disponibilizadas 150 perguntas/níveis, havendo a intenção de todos os meses serem disponibilizadas mais perguntas, de forma a que o jogo se torne apelativo.

Ainda segundo a nota disponibilizada na aplicação, esta é uma aplicação de entretenimento sem fins comerciais, na qual as fotos utilizadas têm direitos reservados. Os autores das fotos foram identificados, sempre que possível. É ainda referido que se algum autor, de alguma das fotos utilizadas, desejar que seja removida a sua obra, poderá entrar em contacto através de third.games.fun@gmail.com.

A instalação do mesmo pode ser efectuada pela Google Play ou através do link https://play.google.com/store/apps/details?id=com.thirdgames.tauromaquiadosacores

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Edição nº27 do programa "Atlântida Taurina"

Foi para o ar, no Rádio Clube de Angra, mais uma edição do programa "Atlântida taurina" com apresentação de Miguel Sousa Azevedo e  edição de Pedro Ferreira. Neste edição:

- José Henrique Pimpão fala da Tourada à Corda, tradição que considera ser a primeira indústria da Ilha Terceira

- “Forcados Amadores de Turlock – A arte de bem pegar” é o título do livro de Liduíno Borba, que celebra os 40 anos do grupo da Califórnia

- O Aficionado da Semana é o primeiro cabo dos Forcados da Tertúlia Tauromáquica Terceirense João Hermínio

quinta-feira, 17 de março de 2016

Vamos Falar de Toiros


No âmbito das comemorações do seu 50º aniversário, a Tertúlia Tauromáquica Terceirense leva a efeito uma série de mesas redondas que abordarão a Festa Brava sob um ponto de vista educacional. A primeira acontece já amanhã, dia 18 de Março, pelas 20h30 na Casa da Lata da Ribeirinha.

Este primeiro evento intulado “Como ver uma Tourada de Praça – Corrida de Toiros à Portuguesa”, contará com um debate sobre os temas: Toureio a Cavalo/ A Lide; Os Bandarilheiros/ A Brega; Os Forcados/ A Pega. A moderar estará João Paes e serão intervenientes a Dinastia Pamplona (João Carlos Pamplona, Tiago Pamplona e João Pamplona), o Bandarilheiro José Leonardo, o Cabo do Grupo de Forcados Amadores da Tertúlia Tauromáquica Terceirense Adalberto Belerique, o Director de Corrida Carlos João Pamplona e o Cornetim Marco Rocha.

Será igualmente inaugurada uma exposição fotográfica intitulada “Touros e Touradas” da autoria de André Sousa, André Pimentel e André Fagundes.


Seguir-se-ão ainda os seguintes eventos:


19 de Março – 20h30 – Casa da Lata da Ribeirinha
Mesa Redonda “Como Ver uma Tourada de Praça – Toureio a pé”



08 de Abril – 20h30 – Casa da Lata da Ribeirinha
Mesa Redonda “O toiro bravo – conceitos de bravura”



09 de Abril – 20h30 – Casa da Lata da Ribeirinha
Concerto musical “Pasodobles”

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Comunicado - PróToiro


Comunicado sobre Proposta Antitaurina dos Verdes no Parlamento Europeu 

No dia de ontem o Parlamento Europeu aprovou uma emenda, apresentada pelo grupo dos Verdes, ao projecto de Orçamento Europeu para 2016, onde se pede que "Nem os dinheiros da PAC (Política Agrícola Comum) nem quaisquer outras verbas orçamentadas devem ser utilizadas para financiar atividades de tauromaquia em que o touro seja morto
Na verdade, esta emenda pede algo que não existe, uma vez que não existem apoios Europeus destinados à tauromaquia, como ontem revelou uma fonte da Comissão Europeia à Agência France Press: "Não há nenhum financiamento da UE para touradas afirmou, recordando que, desde 2003, os subsídios recebidos pelos agricultores "deixaram de estar ligados ao que produzem e em que quantidade para ficarem sujeitos ao respeito de determinados padrões" relacionados com o ambiente ou o bem-estar animal. Acrescentou ainda que a tourada está fora da alçada legislativa da Comissão, que "não tem competência para tomar medidas" na matéria.

O absurdo desta situação revela-se quando se sabe que a Comissão Europeia já respondeu publicamente cerca de 50 vezes a perguntas de diversos deputados europeus, esclarecendo que a tauromaquia não recebe financiamentos comunitários. Esta informação encontra-se no site do próprio parlamento europeu.

Esta proposta feita no Parlamento Europeu não passou de uma campanha mediática da parte de alguns grupos políticos radicais para tentarem gerar um efeito negativo sobre o sector da tauromaquia na Europa, através de uma proposta para o orçamento europeu. O alvo desta campanha foi a tauromaquia Espanhola e Francesa, onde o toiro é morto. Tratou-se de mais uma manobra demagógica que não tem fundamento legal, e não poderá ser aceite. Ao que tudo indica será recusada pelo Conselho da União Europeia.

Além da Comissão Europeia, também em Portugal, onde vários grupos antitaurinos têm veiculado a mesma mentira dizendo que a tauromaquia recebe 16 milhões de euros por ano, o IFAP (Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas) responsável pela gestão dos fundos europeus para a agricultura, desmentiu, categoricamente, a existência de apoios à tauromaquia, tal como o próprio Ministério da Agricultura, respondeu a esta questão colocada pelo Bloco de Esquerda, no final de 2012, pela deputada Helena Pinto, no parlamento.

A resposta não podia ser mais clara: Não existem apoios públicos para fins tauromáquicos e Não existe qualquer apoio que seja atribuído especificamente aos touros de lide, dado que, por um lado, os animais machos não usufruem de qualquer apoio directo e, por outro lado, a raça brava de lide não recebe qualquer apoio que a diferencie das outras raças autóctones.

Esta Federação lamenta que uma vez mais um orgão politico com a relevância do Parlamento Europeu, seja instrumentalizado para votações que carecem de verdade e de fundamento legal, promovendo preconceitos taurofóbicos, num claro desrespeito pelos direitos e liberdades dos cidadãos europeus, e desprestigiando esta importante instituição.

ProToiro
Federação Portuguesa de Tauromaquia

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Ciclo de Tentas Comentadas - 2014

A Tertúlia Tauromáquica Terceirense leva a efeito a realização de mais um Ciclo de Tentas Comentadas. desta feita a 8ª edição. Importante veículo de aprendizagem e compreensão dos aspectos de selecção do gado bravo, este evento vem de encontro a um dos aspectos amplamente debatido no mundo taurino: a criação e formação de verdadeiros aficionados.
 
Este VIII Ciclo de Tentas Comentadas ocorrerá nos dias 17, 18 e 19 de Outubro, nos tentaderos de Santa Bárbara, (dia 17, às 18h00), Doze Ribeiras (dia 18, às 11h00), Praça desmontável da Agualva (dia 18, às 17h00), Terra-Chã (dia 19, às 11h00) e na Praça de Toiros Ilha Terceira (dia 19, às 17h00).
 
Estarão em avaliação exemplares de Francisco Sousa, Rego Botelho, Casa Agrícola José Albino Fernandes e João Gaspar. Desempenharão função os Matadores Diego Urdiales, Juan Leal, Paco Velásquez e o Novilheiro Manuel Dias Gomes, assim como os Picadores Simão Neves e José Faveira. A par desta tarefa campera, haverá actuação dos Cavaleiros Tiago Pamplona, Rui Lopes e João Pamplona. Estarão também presentes os Grupos de Forcados Amadores da Tertúlia Tauromáquica Terceirense e do Ramo Grande. A comentar estará o crítico taurino Sr. Maurício do Vale.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Concurso “Arte Taurina Infantil”

Está a decorrer o concurso “Arte Taurina Infantil” organizado pela Tertúlia Tauromáquica Terceirense e Revista Quinto Toiro. A iniciativa tem como objetivo fomentar a cultura da tauromaquia junto dos jovens residentes na ilha Terceira, através da elaboração de artes plásticas.
O concurso destina-se a crianças que estão a frequentar o primeiro ciclo, do ensino básico e a participação de cada aluno pode ser feita em três categorias existentes, com um trabalho por categoria: “DESENHO OU PINTURA (formato A3)”; “ESCULTURA”; “LIVRE” (outra forma de expressão que não as anteriores). O vencedor de cada categoria tem como prémio, um Kit Tourolindo. O participante mais completo, isto é, com melhor apresentação de trabalhos e maior participação nas diversas categorias, terá como prémio um capote de toureio.
A apresentação dos vencedores, exposição de trabalhos, assim como, atribuição dos prémios será feita no dia 25 de junho durante a Corrida das Crianças. Os trabalhos deverão ser entregues até à data limite de 15 de junho de 2013, na sede da Tertúlia Tauromáquica Terceirense junto à Praça de Toiros da Ilha Terceira, lojas Foto Iris, ou enviados para o email da revista Quinto Toiro (quintotoiro@gmail.com).
As avaliações dos trabalhos apresentados serão feitas por um júri constituído por três elementos (José Parreira, Maria Ana Simões e Renato Costa e Silva). O processo de seleção dos prémios irá decorrer na sede da Tertúlia Tauromáquica Terceirense, entre os dias 16 e 21 de Junho.
 
Aqui fica o regulamento:
Regulamento Concurso “Arte Taurina Infantil”
 
I – Concurso de Arte Taurina Infantil:
1- Temas: Os trabalhos serão aceites, desde que estejam enquadrados dentro do que é a tauromaquia/ festa brava (exemplos: toiro, cavalo, toureiro, cavaleiro, tourada à corda, corrida de toiros, capinha, ganadeiro, pastor, campo, entre outros temas abrangidos pela temática).
2- Objectivo: Promover a capacidade criativa de alunos do primeiro ciclo no desenvolvimento de artes plásticas, relacionadas com a tauromaquia.
 
II - Estrutura do concurso:
1- O concurso será composto por três categorias:
a. Desenho ou pintura (formato A3);
b. Escultura
c. Categoria livre (outra peça de arte que não seja enquadrada nas categorias anteriores).
2- Qualquer aluno tem a liberdade de se candidatar com a apresentação de um trabalho por categoria; 3- Será atribuído um prémio ao vencedor de cada categoria, e um prémio ao participante mais completo, caso participe em mais do que uma categoria.
a. Para além da capacidade criativa dos candidatos, será levada em conta a participação de cada candidato num maior número de categorias para a obtenção do prémio artista mais completo
 
III – Entrega de trabalhos:
1- Os trabalhos deverão ser entregues até ao dia 15 de Junho na Tertúlia Tauromáquica Terceirense, em lojas Fotaçor | Foto iris, ou podem ser enviados para quintotoiro@gmail.com.
 
IV – Avaliação dos trabalhos:
1- Júri dos trabalhos será composto por três elementos: José Parreira, Maria Ana Simões e Renato Costa e Silva;
2- Os trabalhos serão avaliados com uma apreciação geral do júri, bem como pela capacidade criativa do candidato, bem como a participação em mais do que uma categoria.
 
V – Exposição de trabalhos, apresentação de resultados, nomeação de vencedores e entrega de prémios:
1- Os trabalhos serão expostos, no interior da Praça de Toiros da Ilha Terceira, antes da Corrida de Toiros das Crianças integrada nas festas Sanjoaninas, que irá decorrer no dia 26 de Junho de 2013.
2- A apresentação dos resultados do concurso, bem como, a nomeação dos vencedores será apresentada na mesma data e local da exposição dos trabalhos.
3- Os trabalhos vencedores terão direito a amostragem na publicação de Agosto, da revista de Quinto Toiro.
4- O vencedor de cada categoria receberá um kit Tourolindo constituído por toalha de banho, t-shirts da marca Tourolindo e um kit de pintura. O participante mais completo irá receber um capote de toureio.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Enjaular e embolar - bastidores da Festa III

Aqui ficam novas imagens sobre os bastidores da Festa Brava. Nas imagens é possível observar o enjaulamento e a embolação de um toiro antes de ser lidado em praça. Neste video, em particular, assiste-se ao enjaulamento do toiro nº282 da Casa Agrícola José Albino Fernandes que se destinou a ser lidado no Festival Taurino do Grupo de Forcados da Tertúlia Tauromáquica Terceirense. É ainda possível assistir a todo o processo de embolação que ocorre nos curros da Praça de Toiros "Ilha Terceira", função a cargo do embolador Francisco Parreira. Esta é mais uma oportunidade para conhecer um dos aspectos da festa a que poucos têm oportunidade de assistir.
 

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Bom Natal e bom 2013


Postal de Natal - G. F. A. Ramo Grande


Postal de Natal - Naturales



segunda-feira, 8 de outubro de 2012

O Mito, o Artista e a Realidade…


O sol ardente teimou em fazer-se notar naquele dia 3 de Agosto. A ardência interior era maior, porque maior era a vontade de entrar na Praça de Toiros de La Merced em Huelva: o ocaso iria coincidir com o alvorecer de outros dois astros. Um mano-a-mano há muito ansiado: José Tomás e Morante de La Puebla.

Bancadas repletas, “No hay billetes”, apenas há emoções. As penas coloridas dos chapéus dos aguacilillos desfilaram como resposta ao chamamento do clarim…”Aí está…vai começar!” E começou…
A arena ganhava cor, o paseíllo era uma paleta onde se destacavam dois tons: Framboesa de Galapagar e Caña de Puebla del Río. À pintura uniu-se a melodia das palmas sevilhanas a ecoar nos refúgios da cidade colombina. As cores quase se misturaram. Framboesa e Caña apertaram mãos e saudaram aquela orquestra de almas vibrantes que os brindava.

E apareceu Tomás, e Verónicas, Chicuelinas, Tafalleras e uma Meia-Verónica, uma Meia que foi inteira, uma Meia completa, interminável. E veio aquele tecido que teima em lembrar a cor do sangue. E só a flanela escarlate se movia. Aquela estátua de cabeça baixa e semblante carregado teimava em ficar ali. As pérolas negras e possantes, investiram com toda a sua brutalidade. E a força tornava-se calmaria, eram traços sublimes…
Respondeu Morante. A Muleta pintou profundidade. Longas viagens. As pérolas que lhe tinham sido oferecidas eram opacas. Tinham pouco brilho. O quadro não o satisfazia. Mas antes… antes já tinha tocado belos acordes com aquele seu Capote inebriante. O tempo tomou nova dimensão a cada Verónica. Havia sido ele a mostrar o tecido a Cristo... Eram Verónicas Morantinas. E veio a dança. O ballet sevilhano das suas Chicuelinas fez bailar os olhos a cada compasso. Era bailarino e maestro, tudo num só…

Três cortes para o José de Madrid, um corte para o José de Sevilha. José, o Morante, o eterno artista do Capote, recolheu-se pelo arco menor. Esgotava-se a paleta de cores sob forte estalar de mãos, umas contra as outras. E José, o Tomás, o Mito real, foi erguido, carregado pelos ombros daqueles que ficaram rendidos à sua arte herdada dos seus pares, habitantes do Olimpo. Abriu-se a arcada dos triunfadores. É por lá que saem aqueles que receberam os louros. E viram-se lágrimas, e ouviram-se novamente os músicos das palmas e suspirou-se…

Bruno Bettencourt
Texto publicado na Revista U, na edição nº29 de 1 de Outubro.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

O primeiro Derechazo (ou a história da primeira voltareta)

O interior da ilha Terceira é o reflexo da alma de cada terceirense. O eterno contraste entre a alegria do verde e a agrura do terreno. A majestosa presença do toiro bravo, cuja nobreza e bravura nutrem a ilha e aquele que ela amamentou.

Era uma manhã de Sábado. Ao percorrer o caminho até à Praça de Toiros “Ilha Terceira”, desenhavam-se faenas intermináveis no pensamento. Em breve, ali começaria outra aula da Escola de Toureio da Tertúlia Tauromáquica Terceirense. Haveria aula ou não? Afinal, os planos eram outros. “Hoje não é aqui na praça. Arranjem farnel para partilharmos e vamos para o Mato. Vamos treinar com vacas.” Imediatamente acabaram as faenas imaginárias. O peito acelerou e agora havia um novo pensamento: “Hoje é a sério!”.

A brisa fresca que corria por entre as árvores do Tentadero da Florestal não chegava para arrefecer as emoções. Almoço partilhado e depois um jogo de futebol que tentava fazer esquecer o porquê de ali estar. Quando a calma se estava a instalar, começou-se a ouvir o crepitar das pedras de bagacina sob pneus: Eram elas! Tinham chegado!

Com o abrir da porta saiu a primeira vaca para os capotes dos alunos mais experientes (hoje Bandarilheiros de alternativa). O peito, tal como os animais na arena, investia a galope. Chegou a vez de pegar na muleta e pôr em prática tudo aquilo a que as bancadas vazias da Monumental “Ilha Terceira” tinham assistido, fins-de-semana a fio.

A caminho do centro da arena, o coração resolve acalmar e pulsar com temple. Estranho! Parece que tudo à volta parou. Ao longe, a voz do Mestre José Júlio corrigindo a colocação. No centro, apenas quem ia debutar, uma muleta na mão direita e aquela gigante com pouco mais de um metro de altura. Com o abanar da flanela vermelha ela avançou e a mão foi conduzindo a sua investida. Tudo parecia mágico. Tudo não! Os olhos pararam e não seguiram a viagem. Grande erro! Ainda não terminara o primeiro Derechazo e já havia a primeira voltareta. “Levanta-te e vai lá outra vez!” Palavras de incentivo do Mestre, histórico Matador português. Agora seria diferente. A calma mantinha-se e a mente clareou. Quatro ou cinco Derechazos rematados com Passe de Peito. Estava ganha a tarde! Terminou a Faena que não o foi para quem assistiu, mas que marcou de forma triunfante quem a executou.

Bruno Bettencourt
Texto publicado na Revista U, a edição nº14 de 25 de Junho.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Grupo de Forcados Amadores do Ramo Grande - Comunicado

O Grupo de Forcados Amadores do Ramo Grande emitiu o seguinte comunicado:


Comunicado
Incidentes na Kapital (24 Julho, Lisboa)


No passado dia 3 de Maio de 2012 o Grupo de Forcados Amadores do Ramo Grande-Ilha Terceira, Açores, actuou no Campo Pequeno na Corrida Correio da Manha/Vidas.
Nesse mesmo dia fomos jantar na Discoteca Kapital.
A forma com o grupo foi tratado nesse estabelecimento foi vergonhosa e indigna.
Depois do jantar os elementos do Grupo e respectivas esposas, namoradas e amigos desceram para a pista de dança.
A determinada altura um dos seguranças desta casa agarrou um dos elementos do grupo, sem qualquer razão aparente arrastando-o e agredindo-o.
Várias pessoas, querendo perceber o que se passava, aproximaram-se dessa situação e foram brutalmente agredidas.
Houve pessoas atiradas ao chão e pontapeadas na cabeça, agressões violentas sucessivas e um tratamento agressivo e desproporcionado por parte da equipa de segurança.
Isto resultou em alguns elementos hospitalizados, com consequências físicas consideráveis.
Após esta situação dentro da discoteca, vários elementos da segurança vieram para a rua armados com correntes para continuar a agredir as pessoas do grupo e respectivos acompanhantes.
Depois de tudo o que se passou, daremos seguimento a todos os trâmites judiciais contra a Discoteca Kapital que, depois de nos convidar para jantar, permitiu este tipo de tratamento.
Repudiamos este tipo de situações. Já fizemos outras digressões e frequentamos vários espaços e nunca fomos confrontados com uma situação como esta.
Não aceitamos e repudiamos este tipo de comportamento e tudo devemos fazer para que não se volte a repetir.


Cumprimentos
O Grupo de Forcados Amadores do Ramo Grande

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Conclusões do II Fórum Mundial da Cultura Taurina

Os participantes no II Fórum Mundial da Cultura Taurina, celebrado na Ilha Terceira, concluem que uma informação taurina verdadeira e de qualidade, e uma comunicação livre e positiva dos valores da festa dos toiros, são vectores fundamentais para difundi-la e defendê-la no seio da sociedade e face aos diversos ataques políticos, mediáticos e radicais que o espetáculo tem vindo a sofrer.

Neste sentido, manifestam a sua repulsa mais firme pelas restrições à liberdade de expressão e ao direito dos pais à livre educação dos seus filhos, restrições essas que alguns governos estão a levar a cabo através de medidas abolicionistas das corridas de toiros e da proibição de entrada dos menores de idade nas praças.

Felicitam-se ainda os êxitos obtidos em defesa da Festa alcançados em França pelo Observatório das Culturas Taurinas, ao conseguir a declaração do toureio como Património Cultural da nação, e o mais recente da federação Protoiro, que contribuiu para que fosse recusada uma petição abolicionista no Parlamento de Portugal.

Por seu turno, este Fórum aplaude de pé a exemplar e inteligente tenacidade da associação “Somos Ecuador” durante a desigual batalha mantida contra o estado equatoriano na sua pretensão de suprimir a sorte suprema no país equinocial, campanha que deve servir de modelo de ativismo tanto nos seus aspectos legais como de imagem.

Desde Angra do Heroísmo, como centro geográfico da tauromaquia, consideramos que a informação taurina tem de recuperar o espaço perdido nos meios de comunicação, e que os jornalistas que se dedicam ao seu exercício devem fazê-lo com independência e em condições laborais dignas que garantam o seu profissionalismo.

Igualmente, instamos os aficionados a manifestarem-se de uma maneira combativa e coesa, usando as redes sociais e as novas tecnologias da comunicação como armas de militância em defesa de uma cultura taurina que une milhões de pessoas em todo o Mundo.

O espírito construtivo que surgiu nos Açores há já três anos neste mesmo Fórum manifesta-se uma vez mais, propiciando a união dos jornalistas taurinos do Mundo através de um projeto associativo, com sede na Ilha Terceira, e a criação de uma rede de aficionados que aprofunde o ativismo taurino através das novas tecnologias.

Os organizadores do II Fórum Mundial da Cultura Taurina agradecem a todos os que contribuíram para esta confluência de ideias a favor da Festa e espera poder contar com a presença de todos no próximo encontro, nesta ilha, no meio do Atlântico, daqui a dois anos.

sábado, 24 de dezembro de 2011

Bom Natal...

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Curiosidades Taurinas: Pasodobles em Las Ventas...

Na Praça de Touros das Las Ventas, em Madrid, não é atribuída música durante as lides. A banda apenas se faz ouvir quando um Matador ou Cavaleiro/Rojoneador dá a volta à arena como sinal de triunfo.

Este facto remonta ao dia 24 de Maio de 1939, dia da chamada “Gran Corrida de la Victoria”, primeiro festejo realizado naquela praça, depois da Guerra Civil espanhola. No cartel constavam os nomes de Antonio Cañero (Rojoneador) e os Matadores Marcial Lalanda, Vicente Barrera, Pepe Amorós, Domingo Ortega, Pepe Bienvenida e Luís Gómez, "El Estudiante". Conta a história que no decorrer da faena de Marcial Lalanda, ante o primeiro toiro da tarde, foi pedida música pelos partidários do mesmo. Apesar de se estar a assistir a uma lide monótona, por indicação da presidência da corrida, a banda interpretou o pasodoble dedicado ao referido Matador. Ao invés, frente ao quarto toiro da corrida, Domingo Ortega realizou uma faena de antologia, sem que se ouvisse qualquer nota da banda de música. Este facto resultou em ruidosos protestos dos partidários de Ortega, registando-se confrontos entre os dois grupos de apoiantes.

Para que tal acontecimento não se repetisse, daí em diante, decidiu-se que a banda permaneceria em silêncio durante as lides na Monumental de Las Ventas. Esta regra ainda hoje se mantém, tendo sido apenas quebrada no dia 16 de Novembro de 1966, numa corrida em que actuou como único Matador António Mejías “Bienvenida”. Após ter cravado 3 soberbos pares de bandarilhas ao sexto toiro da corrida, brindou a seu irmão Pepe “Bienvenida” e, com indicação da presidência, a banda de música fez soar as notas de um pasodoble.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Sugestão de leitura...

Publicado a 04 de Agosto de 2011


A Tauromaquia está presente nas mais diversos contextos artísticos. Aqui fica uma sugestão de leitura: "Verão Perigoso", da autoria de um nome incontornável da literatura mundial e amante da Festa: Ernest Hemingway.

Sinopse:
"Em 1959, a revista Life encarregou Ernest Hemingway de fazer a cobertura de um acontecimento extraordinário que ia ter lugar em Espanha, durante esse Verão. Com efeito, estava previsto que aí se defrontassem, na arena, dois dos maiores e mais célebres toureiros de todos os tempos, Antonio Ordóñez e Luís Miguel Dominguin. Para Hemingway, tratava-se de retomar um tema clássico: um campeão lendário que enfrentava um jovem que o vinha desafiar. Hemingway viveu durante alguns meses junto dos dois toureiros e do seu círculo de amizades. E a reportagem que escreveu, muito maior do que aquela que a revista lhe tinha encomendado, acabou por tornar-se neste livro, uma das suas obras-primas e o seu derradeiro grande livro, antes de suicidar-se no ano seguinte. Verão Perigoso completa a série de livros que Hemingway dedicou à arte do toureio. Os outros dois são O Sol Nasce Sempre (Fiesta) e Death in the Afternoon."

terça-feira, 21 de junho de 2011

“¿Por qué Morante?” apresentado em Angra do Heroísmo

Publicado a 21 de Junho de 2011


A obra “¿Por qué Morante?”, da autoria do jornalista e escritor Paco Aguado, é apresentada pelas 11h00 do dia 23 de Junho na sede da Tertúlia Tauromáquica Terceirense.
A obra, que tem como protagonista Morante de la Puebla, relata a evolução do toureio deste matador sevilhano, desde os primórdios da sua carreira até aos dias de hoje.
Segundo o autor, esta obra procura “explicar e analisar a técnica de Morante, as suas motivações mentais e artísticas que moldam a sua personalidade dentro da arena, partindo de um ponto de vista taurino, mas que possa ao mesmo tempo ser compreendido em todo o mundo.”
Ao longo de 200 páginas, além das palavras do escritor, podem ser encontradas bonitas fotografias captadas por vários fotógrafos ao longo das diferentes épocas de Morante de la Puebla.

domingo, 23 de janeiro de 2011

O escultor...

Publicado a 23 de Janeiro de 2011
Renato César Rocha Costa e Silva


Nasceu em Angra do Heroísmo em 1956;
Em 1975/76 começou a estudar arquitectura no Canadá;
Em 1976 desistiu dos estudos académicos e começou a estudar arte como autodidacta, tendo por guia a sua curiosidade e temperamento;
Em 1978/79, aprendeu gravura com David de Almeida e Hugo Marçal;
Em 1977/80, aprendeu a trabalhar com diversos materiais, com artesãos locais;
Em 1981 equipou um ateliê de cerâmica, construiu um forno a lenha e começou uma produção;
Em 1983, participou no simpósio de escultura em pedra, em S. Miguel, com artistas locais, americanos e o escultor japonês Nisuma;
Em 1985 fez o levantamento dos barros da ilha Terceira com testes e apresentação escrita, fez ainda o trabalho de divulgação "A cerâmica nos Açores", ambos trabalhos recomendados pela Direcção Regional dos Assuntos Culturais;
Em 1991 fez um estágio no Cencal - Caldas da Rainha, sobre composição de pastas com barros vulcânicos;
Em 1994 foi fundador da Oficina D'Angra - associação para trabalho, divulgação e intercâmbio de arte, artistas e ideias;
Em 1994/95 foi co-professor em cerâmica com Maria José Oliveira da ARCO e com Karem Dorothy da Univesidade de Dartmouth (U.S.A.), nos cursos de Verão da Oficina D'Angra;
Em 1995 colaborou com Chris Gustin, no Simpósio Multimédia, no Faial;
Em 1996 participou no workshop da OficinaD'Angra com Pepe Buitrago e Pedro Croft;
Em 1997 participou no workshop da OficinaD'Angra com Katherine West;
Em 1997 participou no workshop de Raku com o japonês Genya Sonobe;
Em 1998 participou no Festival de Cerâmica Japonesa - Setofesti-98, com os japoneses Genya Sonobe, Yuji Terashima e Koji Kondo;
Em 1999 participou no curso de gravura dado pelo gravador Humberto Marçal, pela Oficina D'Angra;
Em 2000 participou no curso de gravura dado pelo artista David de Almeida pela Oficina D'Angra.

EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS:
1987 - Cine Club, Angra do Heroísmo
1988 - Jornadas Atlânticas, Angra do Heroísmo
1989 - Casa da Cultura de Angra do Heroísmo
1991 - Museu da Graciosa
1994 - Casa da Cultura da Horta, Faial
1995 - Câmara Municipal de Angra do Heroísmo
1996 - Casa da Cultura de Angra Heroísmo
1997 - Sotercar, Angra do Heroísmo
1997 - Sanjoaninas, Angra do Heroísmo
1998 - Casa do Sal, Angra do Heroísmo

EXPOSIÇÕES COLECTIVAS:
1978 - Gravura, Museu de Angra do Heroísmo
1979 - II Exposição de Gravura, Lisboa
1985 - I Bienal de Arte nos Açores, Ponta Delgada
1987 - Cidades Patrimoniais, Évora
1987 - Ciclo de Cultura Açoreana, Toronto
1988 - Festival Mar e Ilhas, Angra do Heroísmo
1989 - Maré de Agosto, Sta. Maria
1990 - Semana dos Açores, Porto
1993 - Câmara de Vila do Porto, Sta. Maria
1997 - Museu da Cerâmica, Caldas da Rainha
1998 - Câmara Municipal de Caldas da Rainha
1999 - Museu de Angra Heroísmo
1999 - Bermuda National Gallery
1999 - F.I.L., Lisboa

EXPOSIÇÕES PERMANENTES:
1997 - Museu de Angra do Heroísmo (Cavalos de Ferro)
2003 - Centro Cultural e de Congressos de Angra de Heroísmo (Toiro de Ferro)
2011 – Monumento ao Toiro, Angra do Heroísmo.


sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Bom Natal

Publicado a 24 de Dezembro de 2010
Faço votos para que todos tenham um Bom Natal e um Feliz Ano de 2011.

Bruno Bettencourt

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