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domingo, 13 de janeiro de 2008

Feira de São João 2008

Já é conhecido o cartaz da Feira de São João de 2008, integrada nas festas Sanjoaninas/2008 “Angra Num Abraço de Prata.”
No ano em que a primeira cidade portuguesa classificada como Património Mundial celebra 25 anos desta distinção, a arena de Angra do Heroísmo contará com a presença de figuras maiores do mundo taurino.
A lide a cavalo contará com João Salgueiro, João Moura Jr., João Telles Jr., triunfador da Feira de 2007, além do jovem praticante terceirense Rui Lopes. Na lide apeada podem ser apreciadas faenas de Manuel Jesus “El Cid”, triunfador na Feira de 2007, Lopez Chávez, Juan Bautista, Joselito Adame e Daniel Luque. As pegas contam como aliciante com a presença, pela primeira vez, de dois grupos da ilha Terceira: o Grupo de Forcados Amadores da Tertúlia Tauromáquica Terceirense, que celebra 35 anos, apadrinhará a estreia do novel Grupo de Forcados Amadores do Ramo Grande na maior feira taurina dos Açores.
Serão lidados toiros das ganadarias terceirenses de Rego Botelho, Casa Agrícola José Albino Fernandes e Irmãos Toste e da ganadaria continental de S. Marcos.
As Sanjoaninas deste ano contam ainda com o tradicional espectáculo para crianças e idosos que decorre na Monumental “Ilha Terceira”, cuja entrada é gratuita, assim como com as tradicionais touradas à corda no Porto das Pipas e na Avenida Infante D. Henrique e a espera de gado no dia de São João.

Bruno Bettencourt

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Música, Cavalos e Toiros - Amazona

No passado mês de Setembro, o Centro Equestre "Quinta do Malhinha" levou à cena o espectáculo "Música, Cavalos e Toiros". Aqui ficam as imagens do quadro "Amazona" onde foi possível observar-se o desempenho da montada de Teresa Pamplona.

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Foto do Mês - Janeiro de 2008

Ajoelhado para as cortesias - Praça de Toiros de S. João, Angra do Heroísmo, meados do séc. XX

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

O Burro Anão da Graciosa - Parte II

Retrato de um Burro Anão puxando uma carroça típica, utilizada quotidianamente na Graciosa (foto gentilmente cedida pelo Sr. Dr. Pedro Correia)
A Ilha Graciosa, ilha Branca, também conhecida como a ilha dos Burros, por ter suprido as ilhas circundantes destes animais, é hoje o centro das atenções dos que se interessam por esta espécie. A par de Miranda do Douro, por dinamismo do Sr. Dr. Miguel Nóvoa, Secretário Técnico da raça do Burro de Miranda e da Sra. Eng.ª Luísa Samões, que ofereceu como complemento a tese do seu estudo dos asininos do Parque Natural do Douro Internacional – P.N.D.I., também a Ilha Graciosa reclama presentemente disponibilidade e vigilância para uma população especial de burros. Tal como aconteceu em Miranda do Douro, na pessoa do Sr. Eng. António Monteiro, um dos principais criadores do Burro de Miranda e técnico do P.N.D.I., houve na Graciosa um olhar atento de alguém que, sendo natural desta ilha, tem o mérito de ter tido visão e perseverança, não descansando enquanto o seu "Burro Anão" não iniciasse o devido processo de reconhecimento como raça: a Sra. Eng.ª Graça Mendonça. Não fora a série de actividades de promoção e divulgação do papel desempenhado pelo burro nas actividades laborais e lúdicas da cultura graciosense, e o seu empenho em trazer o mesmo tema em relatório final de curso, e hoje não se falaria em "Burro Anão da Graciosa".

Sra. Dra. Maria Portas apreciando um exemplar destes burros (foto gentilmente cedida pelo Sr. Dr. António Dias da Silva)

Gaspar Frutuoso (séc. XVI), autor de "Saudades da Terra” e primeiro historiador açoriano, relata que os burros que se introduziram nos Açores se multiplicaram assombrosamente e, por viverem em grande liberdade, se teriam tornado selvagens e difíceis de apanhar. "Asnos bravos" chamou-lhes Frutuoso, continuando o cronista insulano: "com as unhas muito crescidas, tão ferozes que se enviavam à gente como bravos touros e mais dificultosos eram de tomar que eles". Segundo o seu testemunho, os burros eram mais difíceis de apanhar do que qualquer outro dos animais introduzidos no arquipélago, pois se com os mordiam, magoavam mais com os coices. Em 1950, no jornal "Diário dos Açores”, o Sr. Dr. Carreiro da Costa publica um artigo onde acrescenta, ainda cerca do temperamento daqueles burros, que "com o decorrer dos anos, à medida que a posse da terra se foi verificando, os burros também foram amansando ao ponto de, em dada altura, passarem a constituir um óptimo auxiliar para o homem... ". "Calados e sofredores, raramente zurram…”. De facto, o Burro Anão da Graciosa é um animal extremamente manso, paciente, submisso e estóico. Apenas numa ocasião pudemos escutar um destes burros zurrar. Esta presumível evolução do temperamento dos burros, de teimosos e agressivos, para criaturas de docilidade surpreendente, poderá ter integrado um conjunto de alterações provocadas pela intervenção humana e pelas pressões ambiental, nutricional e arquipelágica, de que o nanismo destes asininos é indício ou até confirmação. Este é, sem dúvida, um tema interessante a aprofundar pela Etologia.

Burro Anão da Graciosa - Parte I

Mónica Bugalho Vieira

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Postal de Natal - Plata y Oro


quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Postal de Natal - Grupo de Forcados Amadores do Ramo Grande


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